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Viver melhor
Texto: Nayara Menezes | Fotos: SXC | Ilustrações: Paulo Werner
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Alerta
Uma fatalidade marcou a etapa regional de triatlo realizada na lagoa dos Ingleses no fim do mês de março. O atleta mineiro Breno Cardoso Rebehy, 34 anos, desapareceu nas águas durante a competição e foi encontrado morto três dias depois. Segundo o presidente da Federação Mineira de Triatlo, Bruno Khouri, o esquema de segurança montado atendia às exigências da Confederação Brasileira de Triatlo. A informação foi confirmada pela entidade. Ainda não se sabe o motivo que levou à morte do triatleta, já que o laudo do Instituto Médico Legal só sairá nos próximos dias.
Uma das hipóteses mais prováveis é de que Breno possa ter sofrido um ataque cardíaco. Caso se confirme, esse será mais um caso de atleta que morre por problemas no coração. Segundo o cardiologista Nabil Ghorayeb, especialista em medicina esportiva, o esporte não mata, mas sim as doenças não diagnosticadas ou não valorizadas. “São poucos atletas que fazem exames corretos
.” Por ser um esporte que exige grande esforço do coração, o triatleta deve ser acompanhado por profissional especializado. “O exame físico, como os realizados em academias, não serve. É fundamental uma avaliação cardíaca com um especialista antes de iniciar qualquer esporte de alta intensidade”, atenta o médico. No site www.cardioesporte.com.br, os atletas iniciantes podem conferir as dicas do cardiologista para começarem a se exercitar com segurança.
Polêmica dos isotônicos
As bebidas isotônicas já entraram no gosto popular. Ela é a preferida de muitos praticantes de atividades físicas e por alguns não praticante também. O sabor adocicado conquistou até mesmo a criançada. Mas o exagero no consumo fez com que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) questionasse o uso da bebida.
A entidade quer que fabricantes mudem o rótulo que passaria de bebida para praticantes de atividades física a ‘bebida para atletas’. E a preocupação faz sentido. De acordo com a especialista em nutrição esportiva Caroline Fernandes, os isotônicos são feitos para repor perdas e não devem ser consumidos como sucos, por exemplo.
“Eles têm alto teor de nutrientes como sódio e potássio, que, em excesso, podem causar desequilíbrio no organismo”, explica. Para os adeptos da caminhada e outras atividades leves, a nutricionista recomenda água de coco, um isotônico natural, mais indicado nesses casos.
Plano: sorrir
Atendendo a uma reivindicação antiga dos clientes, a Federação das Unimeds de Minas Gerais acaba de lançar sua operadora de serviços odontológicos: a SOU (Solução Odontológica Unimed). As Unimeds mineiras passam a fazer parte do cenário econômico favorável ao crescimento de planos odontológicos.
Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), de 2000 a 2008, o número de beneficiários com planos odontológicos subiu 86,4%. Os clientes agradecem com um sorriso mais bonito!
Alimentos de ouro
Envelhecer bem é um desejo de 10 entre 10 mortais. O problema é que a maioria das pessoas deixa para se preocupar com o assunto quando os sinais do tempo já gritam à porta.
Mas a nutricionista Alice Carvalhais, especialista em nutrição clínica e geriátrica, afirma que os alimentos antioxidantes são capazes de prevenir os sinais da idade. Conheça alguns deles e comece já a envelhecer bem! Soja, chá verde, tomate, cenoura, frutos do mar, couve, castanhas, milho e cereais integrais.
Sexo dribla crise
Pesquisa realizada na Europa mostra que os britânicos acreditam que o sexo é um bom remédio para a crise. “Transar não custa nada e relaxa”, argumentam 37% dos ingleses. Tanto é que os fabricantes de preservativo na Inglaterra não foram afetados pela turbulência econômica. Apesar de ainda não divulgarem um balanço oficial, eles garantem que as vendas de camisinha aumentaram desde o início da crise. Os russos e os espanhóis defendem a mesma tese.
Insulina nacional
Este mês começa a ser montada em Brasília a primeira unidade da América Latina que produzirá cristais de insulina. A iniciativa é uma parceria entre as indústrias União Química e Biomm, o governo de Brasília e o Ministério da Saúde.
A tecnologia foi desenvolvida pela Universidade de Brasília. Foi anunciado investimento de 200 milhões de reais para a produção da matéria-prima usada no tratamento do diabetes. Após dois anos em funcionamento, a fábrica deverá atender toda a demanda nacional. O que economizaria muito para os cofres públicos. Em 2009, o Ministério da Saúde importou 12,6 milhões de unidades de insulina, ao custo de 69 milhões.
Quer viver melhor? Se você tem alguma dúvida sobre assuntos ligados à saúde, sexologia, bem-estar, qualidade de vida ou esporte, mande para nós. A partir da próxima edição, especialistas responderão perguntas enviadas pelos leitores.
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