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Luxo
Como não ir?

Hotel Four Seasons Miami prima pelo atendimento personalizado e requinte das acomodações, um convite irrecusável ao ócio.

Texto: Silvânia Arriel | Fotos: Divulgação
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Ser único naquela altura de arranha-céu de 70 andares no centro financeiro parece meta perdida. Não priorizar o luxo naquele quarto com banheiro de mármore, cama com lençóis egípcios, travesseiros de pluma de ganso parece desdém. Levar os hóspedes a sair do hotel com a maior academia de ginástica da cidade, spa, três piscinas parece perda de tempo. Conviver como se fosse normal, ter nos corredores esculturas rechonchudas do colombiano Fernan­do Botero, o artista vivo mais caro do mundo, colagens do renomado brasileiro Vik Muniz e outras peças avaliadas em 3 milhões de dólares, parece tapar os olhos. Pois é, o Four Seasons Miami tenta isto: parecer hotel sem ostentação, ater-se aos pequenos detalhes do bom atendimento, individualizar o serviço no corre-corre de uma grande cidade norte-americana.

“Hoje luxo é ter tempo, atenção especial”, diz Eveliny Bastos-Klein, diretora de relações públicas da rede Four Seasons na Flórida. O resto é complemento. Daí o atendimento 24 horas nos 221 apartamentos espalhados no prédio, que não é só hotel. Há escritórios, condomínio residencial, apart-hotel. Típica torre de babel, onde se falam no mínimo sete línguas. Não há co­mo ficar sem comunicação. Funcio­nários dão informações sobre restaurantes, locais de compra de eletroeletrônicos, roupas em Miami, orientam a qualquer hora.

Mas se o hóspede quiser, vendedores de lojas de grife como Channel, Gucci, vão até o hotel mostrar seus produtos no aconchego do quarto, sem engarrafamentos e gente por todos os lados. Simples, assim. “A vida já é tão difícil, cheia de compromissos e quando se está num hotel quer que tudo funcione”, argumenta Eveliny. Fazem de tudo para isto: desde pequenos atendimentos, como lavar gravata, a oferecer toalhas geladas à beira das três piscinas, com 12 cabanas equipadas com ventilador e chaises para se espreguiçar à vontade. Quer mais mordomia? Há o spa, com todos os tipos de massagens, tratamentos de beleza, e a academia de ginástica, porque movimentar é preciso. São 30 opções, incluindo pilates e ioga.

“É uma mistura de hotel de cidade, com resort”, compara a diretora de relações públicas Eveliny, mineira de Pouso Alegre. Se estiver a lazer, há opções de recreação, se a negócios, os serviços básicos e também poderá dar-se o direito de arrumar horas vagas para usufruir das regalias. Também da gastronomia, no restaurante Acqua, com tendência do sudoeste asiático, afeita a peixes e frutos do mar. Ou dos apartamentos, com todas as novidades tecnológicas e produtos de grife, e da vista da baía e da cidade nas 39 suítes. A presidencial possui 263 m², sala de jantar e lustre de cristal murano. Está lá à disposição, sem exageros, ostentação, mas com todos eles no imenso prédio, entre os maiores da cidade, com decoração em art déco. É só pagar diária de 425 dólares (cerca de 994 reais), com cortesia na terceira noite, e se sentir único em Miami.

Como É o hotel

  • 221 apartamentos, sendo 39 suítes com vistas da baía e da cidade
  • 3 piscinas no terraço, com 12 cabanas equipadas com ventilador e chaise longues
  • Academia de ginástica, com 30 opções, incluindo pilates e ioga
  • Spa
  • 1 andar para eventos, com salas de reunião, computadores e serviço de secretariado

DiÁrias

  • 425 dólares (a terceira noite é cortesia e assim sucessivamente)

LocalizaÇÃo

  • Avenida Brickell, no centro do distrito financeiro da cidade, perto dos bairros de Coconut Grove e Coral Gables.

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