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Cartas
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Gostaria de parabenizar
a Viver Brasil pelas excelentes matérias que vem apresentando, desde a sua primeira edição. Em especial, meus cumprimentos vão para a oportuníssima matéria da capa da edição 4, sob o título "Meu Deus", às vésperas do Natal. Matéria clara, objetiva e que dá uma visão abrangente sobre algumas religiões. Desejo êxito pleno a essa jovem revista que já nasceu grande!
Ivanildes Rocha / Belo Horizonte
Bem informados
Parabenizo a equipe da Viver Brasil pelo excelente trabalho desenvolvido. A revista aborda assuntos variados de forma agradável e dinâmica. A beleza plástica e a qualidade do conteúdo são alguns dos diferenciais da publicação. Os mineiros estão mais bem informados.
Senador Eduardo Azeredo
Coluna Plenário
Em relação à frase da senadora Ideli Salvatti (SC), publicada na sessão Plenário, na terceira edição da Viver, com os seguintes dizeres: “Daqui a pouco será preciso criar uma República com um orçamento só para os projetos do Paim (senador Paulo Paim, em relação ao projeto que reajusta as aposentadorias). Não existe a menor condição de a Câmara aprovar isso.” Como aposentado pelo INSS (36 anos de contribuição) gostaria de dizer à senadora Ideli Salvatti (SC) que nós não estamos pedindo esmolas e nem favores. Estamos, sim, clamando pelos nossos direitos. Nossos benefícios estão sendo dilapidados, tomados, assaltados. Minha aposentadoria já se encontra defasada em 60%. Ao invés de se criar uma República com orçamento só para os projetos do senador Paim, casse os direitos políticos da senadora Salvatti e coloque em seu lugar uma pessoa humana e capaz de enxergar a penúria em que vivem a maioria dos pensionistas e aposentados de todo Brasil. O projeto do nobre senador Paulo Paim reivindica justiça. Não somos culpados das más administrações da Previdência, das aposentadorias especialíssimas e fraudulentas, das inadimplências das empresas, dos rombos, dos desvios de dinheiro para outras finalidades. A senadora Ideli (PT – SC) deveria lembrar do seu colega de partido, presidente Lula que, na campanha que o elegeu pela primeira vez, citou sua mãe como aposentada injustiçada e prometeu corrigir tais distorções, o que não foi feito até hoje.
Geraldo Antonio Belém / Belo Horizonte
Vagas vão sumir
Quero parabenizar a todos da equipe da revista Viver Brasil pelo profissonalismo com que vêm dando veracidade aos fatos e notícais. Apesar de ser formada em técnica de contabilidade, sou chefe de cozinha em uma residência, pois tenho paixão por cozinhar. Eu fico profundamente triste em saber, por meio da matéria “Vagas vão sumir”, que possivelmente algumas pessoas vão perder o emprego simplesmente porque vai aumentar as despesas de muitos patrões. Na verdade todos sairemos perdendo. No caso da pedagoga Rita Maria, ela disse na reportagem que provavelmente terá que dispensar sua empregada que está há 22 anos com ela, caso a nova lei seja aprovada. Com isso, irá correr o risco de colocar dentro de casa uma pessoa estranha que irá prestar apenas um ou dois dias de trabalho e que ela não tem a menor confiança. Até entendo que antes de pensar nos funcionários, claro que o patrão vai pensar primeiro no bem-estar de sua familía. Mas o que eu quero relatar na verdade é que eu tenho 35 anos de idade e desde os 12 trabalho em casa de família das mais diferentes classes sociais. O que vejo é que certos patrões não pensam duas vezes em comprar um vinho que custa 7 mil reais, uma simples rasteirinha (chinelo) para ficar em casa que custa 500 reais. Mas na hora de valorizar o serviço de quem sai de casa na maioria das vezes com TPM, preocupações, marido, filho, casa para arrumar, sempre ali servindo não só em troca do salário no fim do mês, mas também pela dignidade, é uma dificuldade. Claro que sabemos que existe doméstica que não é qualificada. Mas também existem médicos, engenheiros, advogados, jornalistas que não o são e nem por isso recebem menos e têm seus direitos preservados. O que chamo de um profissional qualificado não é apenas ter 2º grau completo, mas ter controle de gastos em uma casa, comportar-se no local de trabalho, e, sobretudo, ter respeito mútuo. Preconceito sempre teve e sempre haverá, mas o que importa é estar trabalhando sempre, não importa onde, desde que seja um trabalho honesto e digno. Afinal, ninguém é melhor que ninguém, as alegrias e tristezas todos nós temos, seja rico, pobre, branco, preto, índio. Eu espero sinceramente que esta lei seja aprovada pois todos têm direito a uma vida plena e justa.
Nelma Pereira Santos / Belo Horizonte
Erramos I
Na edição nº 4, página 35, na matéria “As múltiplas faces de Deus”, a frase “(...) Deus é a projeção dos
desejos do ser humano, seria uma
alienação", não é uma posição do padre João Batista Libânio, mas da modernidade atéia, sobretudo de
F. Feuerbach.
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