Eles nasceram em São Gonçalo do Pará, a 120 quilômetros de Belo Horizonte, no oeste de Minas. A relação de paixão com o Cruzeiro é antiga. Quando crianças, o pai, que era prefeito da cidade, organizava caravanas para assistir aos jogos do time no Mineirão. Quando tinham 11 e 14 anos, respectivamente, Alvimar e Zezé Perrella se mudaram com a família para a capital. Em 1988 compraram quota no Cruzeiro Esporte Clube, mas segundo Zezé, sem nenhuma pretensão de um dia dirigi-lo. Mas não demorou muito para que iniciassem sua trajetória até o cargo-mor no clube. Alvimar tornou-se conselheiro e, em 1992, Zezé, diretor das categorias de base. “Foi ele que trouxe o Ronaldo Fenômeno para o Cruzeiro”, relembra Alvimar. A história dos irmãos na presidência do Cruzeiro começou de fato em 1995, quando Zezé, após ter sido apoiado pelo ex-presidente, César Masci, assumiu o cargo mais cobiçado do clube. “Tinha 36 anos e queria ocupar o cargo aos 40 e poucos, mas acabei aceitando o desafio”, conta Zezé. Assim que assumiu a presidência, ele convidou o irmão mais novo, Alvimar, para ser o diretor de futebol do clube. Há 14 anos, desde que a dupla assumiu a presidência do Cruzeiro, foram conquistados 24 títulos entre estaduais, interestaduais, nacionais e internacionais.
Apesar do sucesso e das conquistas os irmãos Perrela garantem que o ciclo deles no clube está realmente chegando ao fim. Zezé, o atual presidente, afirma inclusive que não tinha a intenção de novamente dirigir o Cruzeiro. Para ele a atividade é muito desgastante, pois além do clube, precisa cuidar dos negócios, da família e de sua carreira política. “Na verdade, a gente não preparou um substituto e talvez esse tenha sido nosso erro. Não é que saibamos mais do que os outros. É que no futebol até a pessoa aprender a transitar na CBF, na Fifa, nas empresas internacionais, pode se dar mal. Por mais competente que seja, a pessoa tem de se preparar porque basta um ano de lambança para quebrar o clube”, essalta Zezé, do alto de sua experiência de quarto mandato no Cruzeiro.
A ideia de Zezé é ficar este mandato – que será encerrado no fim de 2011 – e criar novo modelo de gestão, com remuneração do presidente. “A gente quer criar o Cruzeiro S.A.. Queremos um clube-empresa, com conselho de administração, do qual eu e o Alvimar até participaremos, num primeiro momento, mas contrataríamos um presidente. Se ele se der mal, não precisaremos ficar com ele três anos até vencer o mandato; o trocamos, como acontece com o treinador”, antecipa Zezé. Sendo assim, não seria preciso preparar alguém no clube, mas contratar um executivo com experiência em futebol. Mas aí é que se cria outro problema: não há muitos executivos no Brasil especializados em gerir clubes de futebol. “O clube precisa ser administrado como empresa, mas acima de tudo, trabalha-se com paixão e é preciso saber conciliar as duas coisas”, ressalta Zezé, do alto de sua experiência de quarto mandato no Cruzeiro.
A ideia de Zezé é ficar este mandato – que será encerrado no fim de 2011 – e criar novo modelo de gestão, com remuneração do presidente. “A gente quer criar o Cruzeiro S.A.. Queremos um clube-empresa, com conselho de administração, do qual eu e o Alvimar até participaremos, num primeiro momento, mas contrataríamos um presidente. Se ele se der mal, não precisaremos ficar com ele três anos até vencer o mandato; o trocamos, como acontece com o treinador”, antecipa Zezé. Sendo assim, não seria preciso preparar alguém no clube, mas contratar um executivo com experiência em futebol. Mas aí é que se cria outro problema: não há muitos executivos no Brasil especializados em gerir clubes de futebol. “O clube precisa ser administrado como empresa, mas acima de tudo, trabalha-se com paixão e é preciso saber conciliar as duas coisas”, ressalta Zezé, do alto de sua experiência de quarto mandato no Cruzeiro.
A ideia de Zezé é ficar este mandato – que será encerrado no fim de 2011 – e criar novo modelo de gestão, com remuneração do presidente. “A gente quer criar o Cruzeiro S.A.. Queremos um clube-empresa, com conselho de administração, do qual eu e o Alvimar até participaremos, num primeiro momento, mas contrataríamos um presidente. Se ele se der mal, não precisaremos ficar com ele três anos até vencer o mandato; o trocamos, como acontece com o treinador”, antecipa Zezé. Sendo assim, não seria preciso preparar alguém no clube, mas contratar um executivo com experiência em futebol. Mas aí é que se cria outro problema: não há muitos executivos no Brasil especializados em gerir clubes de futebol. “O clube precisa ser administrado como empresa, mas acima de tudo, trabalha-se com paixão e é preciso saber conciliar as duas coisas”, ressalta ZezéZezé, do alto de sua experiência de quarto mandato no Cruzeiro.
A ideia de Zezé é ficar este mandato – que será encerrado no fim de 2011 – e criar novo modelo de gestão, com remuneração do presidente. “A gente quer criar o Cruzeiro S.A.. Queremos um clube-empresa, com conselho de administração, do qual eu e o Alvimar até participaremos, num primeiro momento, mas contrataríamos um presidente. Se ele se der mal, não precisaremos ficar com ele três anos até vencer o mandato; o trocamos, como acontece com o treinador”, antecipa Zezé. Sendo assim, não seria preciso preparar alguém no clube, mas contratar um executivo com experiência em futebol. Mas aí é que se cria outro problema: não há muitos executivos no Brasil especializados em gerir clubes de futebol. “O clube precisa ser administrado como empresa, mas acima de tudo, trabalha-se com paixão e é preciso saber conciliar as duas coisas”, ressalta Zezé, do alto de sua experiência de quarto mandato no Cruzeiro.
A ideia de Zezé é ficar este mandato – que será encerrado no fim de 2011 – e criar novo modelo de gestão, com remuneração do presidente. “A gente quer criar o Cruzeiro S.A.. Queremos um clube-empresa, com conselho de administração, do qual eu e o Alvimar até participaremos, num primeiro momento, mas contrataríamos um presidente. Se ele se der mal, não precisaremos ficar com ele três anos até vencer o mandato; o trocamos, como acontece com o treinador”, antecipa Zezé. Sendo assim, não seria preciso preparar alguém no clube, mas contratar um executivo com experiência em futebol. Mas aí é que se cria outro problema: não há muitos executivos no Brasil especializados em gerir clubes de futebol. “O clube precisa ser administrado como empresa, mas acima de tudo, trabalha-se com paixão e é preciso saber conciliar as duas coisas”, ressalta Zezé. O novo modelo de administração está em estudo e somente será implantado com a aprovação do Conselho.
Mas nem tudo foram flores para Zezé e Alvimar à frente do Cruzeiro. Está correndo no Ministério Público Federal, desde 2002, ação para investigar denúncia de enriquecimento ilícito dos dirigentes. “Aquilo foi uma babaquice”, define Zezé, que faz questão de lembrar que ele e o irmão nunca foram processados. “Para mim, promotor é igual a bandeirinha. Podem até denunciar, mas quem decide é o juiz”, brinca. Zezé diz que o procedimento investigatório foi iniciado com base em denúncia anônima e relembra que dois meses após o início das investigações do MP, Alvimar foi eleito presidente do Cruzeiro com mais de 90% dos votos. “O promotor do caso ganhou o Galo de Prata”, alfinetam os irmãos. Eles contam que a promotoria solicitou documentos dos últimos cinco anos e o clube disponibilizou dos últimos dez. “O objetivo deles, que era desestabilizar o Cruzeiro, não foi atingido”, diz Zezé Perrela, que garante não precisar do clube para enriquecer, pois é dono de quatro empresas.
Títulos e GestãoTítulos ... durante gestão Perrela
Gestão ... Alvimar e Zezé na presidência do Cruzeiro Alvimar de Oliveira Costa – 2003 a 2008 Zezé Perrella – 1995 a 2002 Fonte: Ascom Cruzeiro |