Tradicional no bairro Anchieta, Centro-Sul de Belo Horizonte, a choperia Albano’s deu uma esticadinha até o Lourdes. A nova instalação foi feita em um casarão charmoso, de 1936, tombado pelo patrimônio histórico. Os convidados a conhecer o estabelecimento foram o diretor da Claro Minas, Ricardo César de Oliveira, e a esposa, a empresária Érika Wadge Bicalho de Oliveira. O primeiro pedido do casal, além do chope, foi uma porção de tilápia grelhada com requeijão e manteiga de ervas. “Não comemos fritura. Então, aqui é bom porque tem opções de grelhado”, destacou Oliveira. “É difícil encontrar pratos em choperia que não tenham fritura”, disse Érika. O prato passou pela aprovação dos dois. “É leve”, afirmou a empresária. Os dois também contaram que já conheciam o chope do Albano’s. “É um dos melhores que tem”, afirmou o executivo. Outra observação do casal foi sobre a tulipa, que, destacaram, é mais fina e garante boa qualidade da bebida. O segundo prato experimentado foi o bife ancho – do miolo do contra-filé, parte bem próxima da costela – com batata e ervas. Para Érika, a batata ganhou sabor especial com o toque das ervas. Um acompanhamento do prato é o molho de manteiga com limão capeta e flor de sal.
Na opinião do casal, a nova moradia do Albano’s é descontraída, diferente dos outros lugares. Ricardo Oliveira chamou a atenção para a preservação do imóvel. “É um lugar requintado. A gente vê que foi respeitada a história do local. Além disso, há projetos bacanas, de sustentabilidade.” O novo Albano’s inaugurado no dia 22 de julho foi, segundo o proprietário da casa, Rodrigo Ferraz, consequência do aquecimento do mercado e da consolidação da marca, que existe há 15 anos. “Tivemos a ideia de abrir outra casa e queríamos ir para algum lugar ligado à história, que fizesse parte da cidade”, diz. Ele conta que as características do imóvel foram preservadas, como o piso externo de ladrilho hidráulico e o chão interno, em taco - as peças foram retiradas para reforma e recolocadas no lugar. |
Na casa nova, o proprietário implantou projetos de sustentabilidade, como reaproveitamento da água da chuva, jardim vertical – que ajuda na questão do cheiro do ambiente e da acústica –, reaproveitamento do óleo utilizado na cozinha, coleta seletiva de lixo e o curioso congelamento dos resíduos. “A gente congela para evitar a decomposição do material orgânico”, afirma. O jardim vertical tem cerca de mil plantas e, segundo Ferraz, é um dos maiores do país. A inauguração da unidade foi planejada durante um ano, período em que a chopeira ficou curando, conta o proprietário. |
Serviço
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Rodízio de JaponêsO japonês Yukusue fica na rua Espírito Santo. Chegou a Belo Horizonte há três meses e faz parte de uma rede paulista. A grande atração da casa é o rodízio e foi o que os convidados, o empresário Willer Pos e a sua sobrinha Ana Carolina Brant, experimentaram. Segundo o socioproprietário do restaurante, Ita Maia, que é também o chef, o diferencial do rodízio é que há pratos quentes e frios. Assim, são servidos combinados de sushi e sashimi, lula à milanesa e frango empanado, por exemplo. Criação da casa, o carpaccio de tilápia com molho especial foi o que recebeu os convidados. Caiu no gosto de Willer e Ana Carolina. “Muito bom”, disse o empresário. Para acompanhar a refeição, ele pediu um saquê e Ana Carolina, uma saquerinha de abacaxi – mistura de saquê com a fruta. Depois da entrada, eles experimentaram o shimeji (tipo de cogumelo) na manteiga, um dos pratos quentes, que também foi aprovado. A refeição veio acompanhada por uma porção de rolinho primavera (ou harumaki) recheado por legumes e guioza com recheio de tilápia. |
A próxima rodada foi uma porção de lula à milanesa e uma de frango empanado (chicken katsu). “Sou suspeito porque estou gostando de tudo”, afirmou Willer. Depois dos pratos quentes, eles experimentaram o combinado de frios. “Tem muita coisa. Nem vai dar para experimentar tudo”, disse Ana Carolina. Segundo Ita Maia, o combinado vem com sushi, sashimi, temaki, hot holls, camarão e polvo, entre outras opções. O hot holl, aliás, foi um dos preferidos da jovem. Em seguida, veio outra criação da casa, o romeu e julieta, hot holl de goiabada com calda especial de maracujá. Willer Pos e Ana Carolina também aprovaram a invenção, que mistura Minas com Japão. “Eu nunca tinha comido um assim, disse Ana. Ainda havia no rodízio outros pratos, como missoshiru (sopa de soja) e salmão grelhado, mas não foram servidos por opção dos convidados. “A gente não aguenta mais nada. É muito bem servido. Comi rolinho primavera, cogumelo, lula...”, disse o empresário. Serve de aviso, para quem for ao Yukusue: vá de estômago vazio. Para finalizar a rodada, os convidados comeram, como sobremesa, mais uma invenção do chef: o tempurá de sorvete. Segundo Ita Maia, é um sorvete de creme enrolado em pão-de-ló, congelado e envolvido em massa de sucrilhos. Depois de tudo, é jogado na gordura quente. |
Os dois saíram satisfeitos com o Yukusue – que, em japonês, significa futuro – com a promessa de retornar. “Vou chamar todo mundo para vir. O bom é que há pratos quentes também, porque tem gente que não gosta de japonês por causa das comidas frias. Então, dá opção”, observou Ana Carolina. Willer conta que nunca tinha ido a rodízio de comida japonesa. “É diferente. Nota mil!”
Serviço
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