Quando o assunto é empresa familiar, muitos já pensam em dor de cabeça. A ideia que as pessoas têm desse tipo de negócio é que, se membros de uma mesma família se juntam para gerir um negócio, os conflitos estão à vista. Entretanto, a grande verdade é que as empresas familiares muitas vezes não dão certo porque não há planejamento sucessório, ferramenta cada vez mais utilizada para garantir a partilha do patrimônio de maneira eficiente, a fim de permitir a continuidade estável das atividades empresariais.
É o que acredita o advogado Leonardo Naves, sócio do escritório Leonardo Naves Associados. Para ele, planejar é de suma importância. As empresas que programam a sucessão estão livres de futuras guerras familiares e conseguem agregar valor ao negócio, o qual será passado de geração para geração. “As pessoas não fazem o planejamento sucessório por medo de falar em morte. E, quando o problema já não tem mais solução, resolvem procurar um profissional para ajudar”, afirma.
E, para se ter tranquilidade ainda maior, é preciso pensar além do planejamento sucessório. Leonardo Naves diz que o início do ano é o momento ideal para analisar a empresa em outros aspectos: volume de lucros e o regime tributário em que ela se encaixa, por exemplo. “Se isso é feito, prejuízos podem ser evitados e a empresa pode ganhar em competitividade. A advocacia preventiva vale a pena”, afirma.
Por dentroA atuação do escritório Leonardo Naves Advogados Associados é voltada, principalmente, para o setor empresarial:
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