Veneza, ItáliaChamada de cidade das águas, Veneza foi construída sobre uma série de ilhas, e sua imagem está intimamente ligada aos cerca de 170 canais e mais de 400 pontes, que fazem com que o passeio, sempre em gôndolas ou a pé, seja inesquecível. A arquitetura, única, abriga elementos góticos, bizantinos, românticos, flamengos e clássicos. Veneza sempre conviveu, ao longo de sua história, com cheias causadas por sua proximidade com o mar Adriático. No entanto, nos últimos anos, essas cheias têm sido cada vez mais frequentes, levando a inundações ocasionadas pela poluição no fundo da lagoa e da subida do nível das águas no planeta. Os barcos motorizados, com o agito de suas hélices e a formação de ondas, também estão contribuindo para minar a fundação dos prédios. Para solucionar o problema, até 2012, o governo italiano está construindo uma barragem submersa para proteger Veneza das águas. |
Chan Chan, PeruMuitos desconhecem a história desse sítio arqueológico no Peru, mas Chan Chan, no Vale do Chimu, na costa norte do país, foi a capital religiosa e administrativa do império Chimu (700-1400 d.C). Esse patrimônio histórico da humanidade, com uma área de 20 km², todo feito em barro está lá para contar um pouco da história de um povo que antecedeu os incas – e foi conquistado por eles. Preste atenção, ao andar nas ruínas, para detalhes da arquitetura e do planejamento, principalmente o acústico – mesmo sussurrando é possível ser ouvido perfeitamente bem. Passeie pelos templos, zona urbana, palácios, grandes praças, amplas avenidas, cemitérios, jardins. Infelizmente, corre o risco de acabar por causa do aquecimento global, que já começou a mostrar seus efeitos. Em 1998, uma chuva atípica afetou as construções de barro de Chan Chan. |
Rio Mekong, ÁsiaEm 4.200 km de extensão, é possível conhecer populações e culturas distintas deste rio que nasce no Tibete e atravessa China, Birmânia, Laos, Tailândia, Camboja, Vietnã. É também considerado um local com uma das mais ricas biodiversidades do mundo, sendo que na última década, segundo a organização internacional WWF, foram encontradas mais de mil espécies de novas plantas e animais. Um dos maiores perigos para o rio é a acelerada integração econômica dos territórios banhados por ele, que é considerada um risco para a preservação da biodiversidade. Outro grande problema é a pesca extensiva praticada sem controle, que está levando à extinção de animais como o peixe-gato gigante, que pode crescer até três metros de comprimento. |