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Quinta, 24 de Maio de 2012

VIVER MELHOR

Fernando Torres

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 | Por:

Férias com saúde

Nada melhor do que aproveitar as férias de janeiro. Mas imprevistos podem interromper a tão aguardada viagem. “A prevenção é o melhor caminho para driblar os riscos e manter a saúde dos viajantes. São pequenos cuidados e orientações, mas que podem fazer a diferença”, diz a infectologista Karen Mirna Loro Morejon, da Sociedade Brasileira de Medicina de Viagem. Veja as dicas que ela dá a seguir:

Cuidados gerais

 

  • Faça seguro de saúde prévio
  • Verifique se sua carteira de vacinas está em dia
  • Descubra se o local da viagem concentra alguma epidemia, como dengue e febre amarela
  • Pesquise as condições de saneamento. Se ele for deficitário, vacine-se contra febre tifoide e hepatite A
  • Certifique-se que a região tem água potável; se não houver, leve na bagagem. “Prefira tomar água engarrafada nos restaurantes e peça para o garçom abrir na sua frente”, orienta Karen
  • Leve preservativos. Faça sexo seguro, sempre

No avião

  • Idosos devem ter cuidado com a trombose venosa nos membros inferiores. “Procure sempre movimentar os pés e as pernas no avião, pelo menos de 2 em 2 horas”
  • Carregue soro fisiológico para umedecer as mucosas ressecadas
  • Masque chicletes para evitar a sensação de ouvido tampado. Para crianças, a amamentação também é uma solução

Para cada destino, uma prevenção diferente. Faça o check-list:

Praias e cruzeiros

Problemas: Queimaduras, insolação, desidratação, micoses, brotoejas

O que fazer: Use filtro solar de 2 em 2 horas; beba água com frequência; evite comidas preparadas à beira-mar; use chinelo na areia e no calçadão

Neve

Problemas: Queimadura solar, hipotermia, congelamento de extremidades, mal de altitude

O que fazer: Usar filtro solar e óculos de sol, mesmo sem sol à vista; usar roupas apropriadas, luvas e calçados impermeáveis

Lugares de culinária exótica

Problemas: Diarreia, intoxicação alimentar, alergias

O que fazer: Certifique-se da qualidade e da procedência dos alimentos; evite alimentos crus, verifique se você não é alérgico a frutos do mar. “Procure o médico ao primeiro sinal de diarreia”, alerta

 
 | Por: Pedro Vilela

Zumba, a nova onda

Mistura de ritmos latinos, a zumba invade as academias dos trópicos. A dança-fitness - nascida em Cali, na Colômbia, e febre em Miami e Nova Iorque - promete queimar 450 kcal em média na aula de 45 minutos. “Ela fortalece pernas, quadris, panturrilhas e quadríceps e estimula o sistema cardiorrespiratório. Dependendo dos movimentos, também trabalha abdômen e ombros”, informa o personal trainer Giuliano Santos, da Fórmula Academia, na Savassi. Ao som de salsa e merengue, as aulas de zumba alternam músicas de baixa, média e alta intensidade, para não forçar demais o aluno. “Qualquer pessoa pode dançar, de crianças a idosos. É muito fácil”. garante.

 

É claro que a mania latina geraria modalidades derivadas. Confira:

  • Aquazumba: Feita na piscina
  • Circuit: Ritmo intenso em aulas de meia-hora
  • Toning: Fusão entre a dança e técnicas de escultura corporal
  • Zumbatomic: Exclusivo para crianças
  • Gold: Exclusivo para a terceira idade
 

A semana

  • Consumir dieta mediterrânea aumenta longevidade em 20%
  • Surge em Israel novo tratamento para câncer que evita metástase

Fontes: Academia Sahlgrenska, da Universidade de Gotemburgo (Suécia); Universidade de Tel Aviv

 
 | Por: Shutterstock

Estrogênio e memória

A reposição do hormônio estrogênio na menopausa pode auxiliar a memória e ajudar a tratar mal de Alzheimer e demência. Essa é a perspectiva de pesquisa recém-divulgada pela UFMG no periódico Menopause. O estudo analisou a artéria central da retina de 51 mulheres de 53 anos divididas em dois grupos: o primeiro recebeu doses diárias de estrogênio; o segundo, placebo. “Houve dilatação na artéria das voluntárias que receberam o hormônio, com aumento de 20% do fluxo sanguíneo. O efeito abre caminho para novos estudos de melhora de memória”, diz o ginecologista Selmo Geber, coordenador da pesquisa. Mas a reposição hormonal não pode ser feita sem critérios. “Ao usar estrogênio por longo período, as mulheres devem se submeter à avaliação de riscos de AVC e câncer de mama”, orienta.