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Quinta, 09 de Fevereiro de 2012

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Escandinávia

Aproveitar o verão em locais com lindas paisagens, esplêndidos fiordes, museus e objetos históricos já é uma maravilha. Agora, se esses lugares têm dias com duração de 18 horas, melhor ainda. Na Escandinávia o sol sai às 4 da manhã e se põe às 10 da noite. Falta de tempo não pode ser desculpa para não conhecer tudo de bom que a Suécia, Dinamarca e Noruega oferecem e que podem ser a grande e agradável surpresa de seu verão. Por­tanto, se a Escandinávia não estava em seu roteiro de viagens, o melhor a fazer é incluí-la. Em Copenhague, por exemplo, você poderá conhecer o Tivoli, o mais antigo parque da Europa, construído em 1843, além de museus maravilhosos. Também poderá assistir à suntuosa troca da guarda real, que não perde em nada para a de Londres. Vigeland é uma atração obrigatória em Oslo para conhecer os costumes locais. Neste belo parque as pessoas aproveitam o verão com o mínimo possível de roupa. Outro ponto imperdível são os museus náuticos, em especial, o de barcos vikings, com embarcações do século 1, e o das  balsas de junco Kon-Tiki. Imperdível o passeio de trem, carro, navio ou ônibus, entre Oslo e Bergen, que é considerada a porta de entrada para os fiordes. No trajeto, paisagens deslumbrantes. Portanto, máquina fotográfica nas mãos para não perder nenhum detalhe. Mas Estocolmo também precisa ser visitada. Além de seu centro histórico, há o museu que é dedicado a embarca­ção que foi o maior fiasco da história: o galeão Vasa, construído no século 17, que não resistiu e afundou logo em sua viagem de inauguração. O bom é que ele foi resgatado intacto e tornou-se um dos maiores exemplos mundiais da arqueologia subma­ri­na. Estocolmo é uma cidade de mar, lagos e espaços abertos e fica próxima a milhares de ilhas que formam seu arquipélago, que vai até o mar Báltico. Em média, os pacotes para esses países duram 12 dias. Sobram motivos para conhecer a Escandinávia.

 
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Relógio jurássico

Criatividade não falta aos suíços quando o assunto é relógio. Eles têm tradição na criação deste produto e fabricam os mais caros e luxuosos do mundo. Mas, por esta, ninguém esperava. Dois fabricantes suíços resolveram inovar e recorrer a fósseis de dinossauros herbívoros para deixarem bem originais seus objetos. A empresa Artya criou relógio cujo mostrador é feito de fezes fossilizadas de dinossauro. Você não leu errado. É isso mesmo: fezes de dinossauro.  Segundo o criador desta curiosa obra, Yvan Arpa, os excrementos proporcionam ao mostrador do relógio efeito similar à madrepérola, em tons de alaranjado e cinza. O objeto é considerado por Arpa como um estilo de arte contemporânea e custa aproximadamente 20 mil reais. Preço baixo se comparado ao da criação da grife suíça Louis Moinet, que desenvolveu um modelo utilizando ossos de dinossauro no mostrador. Os relógios custam, em média, 513 mil reais, com direito a certificado que atesta a origem dos ossos. Além desse componente raríssimo, o objeto é cravejado de diamantes. Isso é que é criatividade aguçada!

 
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Jeans autenticado

Quanto você acha que vale uma calça jeans? Bom, depende. Se for calça de grife famosa, uns 200, 300 dólares está de bom tamanho. Mas, se for uma calça Jeans APO, o valor poderá chegar até 4 mil dólares. Criada pelo estilista Calvin Stewart, a cal­ça especial da APO, que é toda personalizada, tem detalhes em ouro, platina e diamantes. Não é uma peça comum, como as que você vê por aí. O jeans é feito de denim, tecido especialíssimo de algodão, fabricado na Índia. Seus botões e rebites, em vez de metais tradicionais, são feitos com metais preciosos e de quebra levam um diamantezinho básico. Ao com­prar a APO você terá a certeza de que estará levando um produto exclusivíssimo, pois recebe o certificado de autenticidade. Para evitar as falsificações, Calvin Stewart criou técnica secreta de certa costura contínua em suas calças.
 

 
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Arquitetura Fantástica: Museu provocador

Edifício um tanto quanto provocador erguido ao lado do rio Bilbao. Assim pode ser definido o prédio que abriga o Guggenheim Bilbao, na Espanha, obra do famoso arquiteto canadense naturalizado norte-americano Frank O. Gehry. Todo coberto com placas de titânio, o museu parece acompanhar as mudanças da natureza com efeitos para lá de especiais. Os reflexos metálicos sobre o titânio são transformados em tons cinzentos do céu em dias fechados; em dourados do sol ou em azuis devido aos reflexos da água do rio Bilbao e do céu em dias sem nuvens. O museu Guggenheim Bilbao teve sua construção iniciada em 1992 e foi inaugurado em 1997. O local faz parte do projeto de revitalização da cidade, mas por sua estrutura e arquitetura exuberantes, transformou-se desde sua inauguração em um grande atrativo turístico europeu. A visita torna-se quase obrigatória para quem passa pela Espanha. Suas formas curvadas em vários pontos, em titânio, lembram escamas de peixe. O átrio central do Guggenheim Bilbao tem 50 metros de altura e é semelhante a uma rosa. Já quando o prédio do museu é visto do rio, tem a forma de um barco, justa homenagem à cidade portuária de Bilbao. O museu conta com 19 salas de exibição, entre elas está a maior galeria do mundo, com 130 metros de comprimento e 30 de largura. O ideal é visitar o Guggenheim ao vivo e em cores, mas se ainda não é possível, faça uma visita virtual: http://www.guggenheim-bilbao.es/visita_virtual/visita_virtual.php?idioma=es para conhecer parte desta arquitetura fantástica!

 
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