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Quinta, 24 de Maio de 2012

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Márcia Queirós

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A fotógrafa do Rei

Na turnê de 50 anos de carreira do cantor Roberto Carlos, uma mineira não perde os passos do Rei. Claúdia Schembri, que deixou Belo Horizonte há três anos, é a fotógrafa oficial dos shows. O trabalho começou em 2006, quando foi convidada para cobrir os cruzeiros marítimos de RC. A partir daí não parou mais. Acompanhando a turnê, Cláudia já passou por 18 cidades. “Só não fui a Florianópolis porque peguei uma gripe daquelas”, conta. A turnê, que começou em Cachoeiro do Itapemirim (ES), terra do cantor, termina em abril em Nova Iorque. Até lá, serão muitos cliques e emoções. “Procuro ficar o mais discreta possível. Carrego meu banquinho, monopé, duas câmeras, três objetivas, cartões e baterias. Sem assistente. Enquanto os fotógrafos clicam a primeira música, clico o público eufórico com a entrada do Rei. É Rei mesmo”, atesta.
 
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Sax na pista

Músico tocando na pista e DJ no comando da pick-up. A receita, que agita as boates mais badaladas do planeta, foi adotada por dois experientes da música mineira: o saxofonista José Eymard e o DJ Eduardo Aun. Há um ano, a dupla anima festas de casamento e eventos corporativos. Enquanto Aun dita os hits da cabine, Eymard acompanha com o saxofone na pista. A ideia nasceu entre os dois após conversa informal em uma festa. “Foi uma forma de modernizar nosso trabalho e valorizar ainda mais a música. A gente vai de Frank Sinatra até os ritmos mais agitados”, descreve Aun, há 25 anos na noite. De vez em quando, a dupla conta também com a participação de um percussionista. Com mais de quatro décadas de carreira, José Eymard está adorando a experiência. “A interação, que sempre procuro com o público, é grande”, destaca. E a festa mais animada, claro!
 
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Vigny em BH

“Pessoas muito simpáticas e comida boa, igual ou até melhor que a francesa.” Foi com essas impressões que o artista parisiense Stéphane Vigny despediu-se de Belo Horizonte, depois de abrir no Museu Inimá de Paula a primeira exposição individual no Brasil. E Vigny fala com a maestria. Antes de estrear a mostra, em cartaz até março de 2010, o artista – que tem obras em galerias francesas e no museu de arte contemporânea Palais de Tokyo – morou um mês na capital mineira para observar o cotidiano que serviu como inspiração para novas obras. Convidado para expor no Brasil pelo curador Júlio Martins, ele confessa que não conhecia os trabalhos do pintor Inimá de Paula, que dá nome ao museu. “Gostei muito, mas ele tem uma relação diferente com a pintura, a relação de expectador”, diz Vigny, admirador do artista carioca Waltercio Caldas, um dos maiores expoentes da arte contemporânea brasileira
 
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Diário de viagem

Uma das figuras centrais da sociedade brasiliense, Mara Amaral acaba de lançar o livro E Por Nada no Mundo Perca. Trata-se de um diário de viagem repleto de indicações de lugares exclusivos e sofisticados. De forma bem-humorada, a socialite brasiliense reúne nas 400 páginas relatos de suas andanças pelo mundo. O prefácio é assinado pelo presidente do Senado, José Sarney.
 
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Brinde ao Brasil

Os quatro países emergentes do mundo – Brasil, Rússia, India e China (Bric) – são as meninas dos olhos dos produtores de vinho europeu. “O mercado brasileiro, principalmente, tem sido uma grande oportunidade, pois é um dos poucos que têm sobrevivido à crise financeira internacional”, diz o produtor espanhol Gonzalo Lainez. Gerente de exportação da Bodegas Roda, em Rioja, cidade de 12 mil habitantes a três horas de Madri, ele visitou Belo Horizonte a convite da importadora Expand Minas, dos empresários Alexandre Ferreira e Mônica Coutinho, que comercializam os vinhos espanhóis. Voltou impressionado não apenas com o crescimento econômico brasileiro, mas com as mudanças implementadas em Belo Horizonte, como a obra da Linha Verde. “Torci para Madri, mas o Brasil merecia ser mesmo sede das Olimpíadas, em 2016”,  reconheceu.
 
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Poesia e finanças

É possível conciliar a alma de poeta com o trabalho no mundo das finanças? Aposentado como diretor nacional do Bradesco e hoje no comando do Banco Industrial do Brasil, no Rio de Janeiro, Tácito Naves Sanglard sabe lidar – e muito bem – com os dois universos. Ele acaba de lançar o quarto e quinto livros: Pequenos Delitos, que reúne crônicas, contos e poesias, e Um Raio de Sol, peça de teatro infantil escrita há mais de 30 anos para a filha Juliana. As obras trazem ilustrações do cartunista Aroeira, mineiro como Tácito. Aliás, Minas é outra paixão do escritor. “Ali formei o meu caráter e me tornei poeta”, conta. Seu próximo projeto é escrever um longo romance, mas para isso seria necessário dedicação integral. “Por enquanto, ainda não posso me dar ao luxo”, diz.
 

Zoombidos

  •  A família Gribel, conhecida como a única de montanhistas do Brasil, encara novo desafio em 2010. Formado  pelos empresários Eduardo e Adriana e seus filhos André, Renato, Raphael e Mariana, o sexteto vai comemorar 15 anos de aventuras com a Expedição Aconcágua, na Argentina, de 30 de janeiro a 19 de fevereiro. Eles pretendem escalar o mais alto cume da América do Sul, que figura na lista dos sete mais altos do mundo. Para alcançar tal façanha, os esportistas buscam patrocínio e participam de treinamentos com os personais trainers Marta Corrêa e Wellington Meira.
  • O escritório Décio Freire e Associados sobe no ranking nacional publicado pelo Anuário da Advocacia de 2009. A banca mineira foi classificada em novembro como 5º  maior escritório do país. Em 2007, ocupava a 9ª colocação e, em 2008, chegou ao 7º. O advogado Décio Freire comemora os bons resultados com a expansão. Ele acaba de inaugurar duas unidades, uma em  Teresina (PI) e outra em Manaus (AM), somando, agora, 14 sedes próprias no Brasil.
 
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Túnel do tempo: Do romantismo ao rock

De cantora romântica a roqueira underground. Foi por essa mudança radical que passou a cantora Lílian. A loira, que formou dupla na Jovem Guarda, no fim dos anos 60, com o cantor Leno e marcou a história da música popular com “Eu sou Rebelde”, hoje é vocalista da banda de rock paulista Kynnaband. “Na verdade, nunca gostei de canção romântica”, confessa Lílian Barrie Knapp. Em 1966, ela conta que adorava rock, era fã dos Beatles, mas acabou sendo convidada pelo noivo Renato, do grupo Renato e Seus Blue Caps, para formar dupla com o natalense Osório Wanderley de Azevedo, o  Leno. Indagada sobre por onde anda o par romântico, ela responde com um direto “não sei”. “Faz muito tempo que não o vejo. Perdi contato. Ao contrário do que muitos pensam, nunca fomos namorados. Foi uma dupla inventada”, conta. Com o fim da parceria musical, em 1975, Lílian seguiu carreira solo até os anos 1980, arrasando com as canções “Sou Rebelde” e “Uma música Len­ta”, que lhe renderam discos de ouro.  Em 2001, lançou o livro “Como um Conto de Fadas”, em que narra sua trajetória, e CD com repertório romântico. Mas hoje ela só quer saber de rock. E da pesada. “Estou adorando a nova experiência. Renova a vida”, diz. A banda é integrada pelo marido, Kadu Nolla, e jovens com idades entre 19 e 28 anos.
 
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Cidadão honorário

Natural do Serro, e há três anos na direção dos Correios em Minas,  Fernando Miranda Gonçalves vem recebendo diversas homenagens pelo trabalho realizado no Estado. Em novembro, ele foi agraciado com título de Cidadão Honorário de Montes Claros, no Norte de Minas, em solenidade realizada na Câmara Municipal. A iniciativa partiu do presidente da Casa, Athos Mameluque (PMDB). No dia 1º de dezembro, foi a vez de ele receber o título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte, por iniciativa do vereador Preto do Sacolão (PMDB). Na foto, Fernando Miranda recebe o título do
 
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Nova loja

De olho no aquecimento das vendas com a proximidade do Natal, os empresários Ricardo Laudares, 32 anos, e Rubson Lopes Nogueira Filho, 34, abriram em novembro no shopping DiamondMall a primeira loja própria da marca Aysle. A grife de roupas masculinas e femininas é direcionada para pessoas das classes A e B com idades entre 25 e 35 anos. As expectativas dos empresários são das melhores. “Fizemos um longo trabalho de aperfeiçoamento das nossas roupas, que têm como ponto forte a malharia. Além da qualidade do produto, o mercado está aquecido”, aposta Laudares.