Quarta, 23 de Maio de 2012
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Cartas


Peso leve

 

É com muito orgulho que finalmente vejo o TRX, treinamento com cordas nas academias, saindo da condição de estranho no ninho, para se tornar uma das vedetes atuais do fitness. Sou fisioterapeuta instrutor de TRX há três anos, quando tomamos conhecimento do aparelho. Ministro minhas aulas na Oficina Dama Lettieri, e no Studio Pilates Luiza Cardoso, já tendo, inclusive, sido fotografado para esta mesma revista, na coluna Zoom, de Márcia Queirós. Na ocasião foi usado o nome com o qual conhecemos a modalidade (flying cords), que é a mesma coisa que o TRX. É com uma certa ponta de prazer que vejo um trabalho que já desempenho há algum tempo, sendo tratado como novidade. Posso garantir que é um aparelho completo e com resultados certos. Parabéns pela matéria.


Guilherme Araújo |

Atraso nas obras

 

Em resposta à reportagem na última edição sobre o overbooking do mercado imobiliário com a criação da lei que veta alvarás de construção para incorporadoras que estão com mais de 60 dias de atraso na entrega de seu(s) empreendimento(s). Lamento uma publicação de tamanha credibilidade influenciar milhares de pessoas sem antes consultar as partes envolvidas. Em 1º lugar o nome overbooking não se aplica, pois ele é usado para casos onde há uma venda maior que a disponibilidade de um certo produto. No caso de imóveis, todos que foram vendidos existem e serão entregues, portanto não caracteriza overbooking. A questão é que a capacidade de fornecimento da cadeia da construção civil (leia-se materiais, equipamentos, mão de obra, cartórios, ligações de serviços públicos, prefeitura, bancos etc) não acompanhou o crescimento da demanda, o que inevitavelmente gera atrasos. Isso é a razão de 90% dos casos e não uma má gestão por parte da incorporadora. Mesmo assim toda empresa que não cumpre a data prevista no contrato deve ser penalizada, mas esta é explícita no contrato particular entre vendedor e comprador e não faz sentido uma lei genérica que penaliza a maioria por culpa de uma minoria. A lei proposta burocratiza ainda mais um processo já extremamente burocrático e lento, quando dá competências ao Procon que não são de sua alçada. Está mal redigida e com vários pontos subjetivos. Não atinge seu objetivo, pois o impedimento de lançar um novo empreendimento hoje, cujo prazo de entrega médio são 36 meses, não resolve o problema de atraso na obra atual. O capitalismo encontra seu caminho naturalmente. A cadeia fornecedora vai conseguir atender à demanda normalmente em breve. A questão é pontual. As empresas do setor estão fazendo sua parte que é investir cada vez mais em tecnologia para obter maior eficácia produtiva. 


Evandro Negrão de Lima Júnior - Vice-presidente de incorporações da CMI/Secovi e associado ao Sindus |

Vou de bicicleta

 

Excelente o projeto Pedala BH, iniciativa da prefeitura de Belo Horizonte, retratado na reportagem Vou de bicicleta, da edição n.º 58. Essa é uma atitude muito representativa em termos de mobilidade urbana e que incentiva os que já andam de bicicleta e, também, aqueles que sempre tiveram vontade, mas não tinham espaço adequado para a prática. É mais uma iniciativa que contribui para a preservação do meio ambiente e para um trânsito menos caótico.


Izabel Souki |

Viver Minas

 

Na edição da Viver Minas nº 2 foi publicado uma reportagem com o empresário José Antonio Martins Santana. Achei muito boa a matéria. Empresa com a preocupação em satisfazer o cliente. Com a finalidade de atendê-lo com atenção. Desta forma com certeza você consegue fidelidade. O mercado está carente de atenção.


Anastásia Tanure Martins |

Viver Fashion

 

Superparabéns pela edição do especial Minas Trend Preview. As matérias e os editoriais de moda foram muito bem-feitos. 


Natalie Oliffson |

Ela existe?

 

No último número da revista, vi várias matérias muito interessantes, mas colocar uma mulher para escrever coluna sobre veículos é tirar toda a credibilidade da matéria. Tá na cara que não foi ela que escreveu. Nem terminei de ler. 

Cláudio Marques

R.: Não só a jornalista Cláudia Rezende (foto) existe, como acaba de chegar da Inglaterra, onde foi a única mulher da América Latina convidada a fazer test-drive em seis modelos da Aston Martin, dentre eles o DBS, utilizado por 007 no filme Cassino Royale. Aguardem publicação da matéria nas próximas edições da Viver Brasil. 


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EDIÇÕES ANTERIORES

 

Legados de Chico

Li a matéria sobre as cartas psicografadas de Luciana Avelino e achei que transmitiu bem a mensagem de que os mortos continuam vivos. Com certeza vai consolar e dar esperança a alguém que perdeu entes queridos.


João Flávio Matos |

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