Domingo, 05 de Fevereiro de 2012
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Cartas


Trinta anos, trinta e-mails

Por curiosidade comecei a ler a crônica publicada na última edição, porque tenho exatos 30 anos. Mas nos primeiros parágrafos, que decepção! Logo percebi não se tratar de um escrito sério baseado em levantamento de dados legítimos. No entanto dei algumas risadas, devido ao absurdo das declarações. Na crônica está muito claro que é um assunto que assusta ao autor. Ele não deve recorrer ao erro de algumas mulheres fúteis que afirmam que todos os homens são iguais, dizendo que toda mulher é frágil, sensível, sonhadora, indecisa e insegura. Não sei de onde o autor tirou tanta baboseira, mas talvez não seja sua culpa. Talvez ele admire demais esse tipo de mulher para perceber que força e decisão não são atributos exclusivamente masculinos. Ah, e antes que me rotulem de mal amada (parece que esse é o nome que o autor inventou para as mulheres que discordarão dele), saiba que sou exatamente o tipo de mulher que ele não poderá jamais entender: a que é forte, madura, decidida e segura, a que paga suas próprias contas a que vai para a balada com as amigas (não por que o namorado joga futebol, mas por achar saudável que um casal possa curtir programas separados sem se sentir ameaçado). Numa coisa o autor acertou: a que está solteira! Sim, solteira, porque quer. Porque se sente plena e satisfeita com a vida que leva... E a respeito de precisar de homem, não, mulheres como eu não precisam de fato. Aliás, é justamente porque não precisam que têm relacionamentos melhores. É algo assim como tomar champanhe... Ninguém realmente precisa, mas não é agradável?

Fernanda F. | Belo Horizonte / MG
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Guerra anéis III

Gostaria de parabenizá-los pela ótima matéria com o Marcelo Lacerda, da guerra dos anéis.Traduziu fielmente o sentimento da garotada. O Marcelo é muito querido por todos da escola onde meus filhos estudam. Temos que saber valorizar as coisas boas que chegam aos nossos filhos.

Rodrigo Gomes Oliveira e Ana Raquel T. Oliveira | Belo Horizonte / MG
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Guerra anéis II

Parabenizo a Viver Brasil pela excelência de seu conteúdo que nos brinda com a matéria sobre o incrível jogo guerra dos anéis, que tem como princípio orientar as crianças para a ética e honradez. Sensacional.


Roberto Walter | Belo Horizonte / MG
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Guerra dos anéis

Gostaria de parabenizar pela matéria guerra dos anéis. Realmente isso se
tornou uma febre entre a garotada! Muito bem colocada a reportagem.
Estamos esperando agora é a casa de festa, assim como o parque temático.

Flávio Nunes Cassemiro | Belo Horizonte / MG
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Sebastião Nelson

Esclarecedora e brilhante! Assim foi a entrevista com o cirurgião plástico Sebastião Nelson. Posso afirmar que, além de ser um profissional extremamente dedicado, é um verdadeiro gentleman, a par de sua reconhecida simplicidade no trato com as pessoas. Felizes são aqueles que se beneficiam dos seus serviços profissionais e privilegiados são os jovens médicos que com ele se aperfeiçoam não só na especialização da cirurgia plástica, mas que também convivem com seus constantes exemplos de serenidade, ética, seriedade, profissionalismo e permanente bom humor. A ele, desejo êxito na presidência da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, posição que honra a todos nós, mineiros.

Rita de Cássia Moraes e Castro | Belo Horizonte / MG
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Autismo II

Gostaria de parabenizar a jornalista Elisângela Orlando pela matéria sobre
autismo. Foi bem escrita e de fácil compreensão. Trata-se de um distúrbio
relativamente comum, mas que a grande maioria das pessoas possui preconceito. Gostei também da abordagem de entrevistar as famílias dos
pacientes e de especialistas que estão diretamente envolvidos e podem ajudar
a desmistificar a questão.


Fabrício A. S. Vilas Boas | Belo Horizonte / MG
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Tive curiosidade de ler a reportagem de autismo mas fiquei com receio, imaginando que deveria ser mais uma dessas matérias técnicas que a gente pouco entende. Mas me enganei. Fiquei surpresa ao ver que a linguagem estava clara, objetiva. Fiquei comovida com as histórias daquelas famílias e me senti um pouco envergonhada por perceber que, até então, tudo que eu pensava sobre autismo estava errado. Parabéns pela reportagem! Muito
elucidativa e, de certa forma, comovente. Que essas famílias sirvam de exemplo para muitas pessoas e que nós, que formamos a chamada sociedade, aprendamos cada vez mais a conviver e a respeitar as diferenças!
Luciana Cristina de Almeida | Belo Horizonte / MG
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