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Cartas
Boa Leitura
A revista Viver Brasil surge como um diferencial entre os veículos de comunicação e informação, aliando, ao que já consideramos ultrapassado, estilo, elegância, inteligência e confiabilidade. Parabéns aos amigos da revista Viver Brasil, não somente por disponibilizar um material de alto nível jornalístico e de imagens, mas principalmente por tratar o leitor como ele merece, com respeito à boa leitura. Eduardo Mendlovitz | Belo Horizonte / MG
Coluna Zoom
Dizem que para quem sabe ler, pingo é letra. Ao anunciar que cortará o batom da dona Dilma, belo-horizontina que nem eu, e a verba para seu corte de unhas, mas não cortará obras do PAC (a frase do presidente é destaque na Coluna Zoom, página 20) Lula deixa evidente que o Tesouro Nacional anda pagando por coisas que nada têm a ver com a tarefa de governar o Brasil. Ponho-me a imaginar quanto pode ser o dinheiro da maquiagem e da manicure a ponto de fazer diferença em um programa que, embora mais para propaganda política e plataforma para a candidata do governo em 2010, anuncia dispêndios financeiros em uma escala de expressiva magnitude. E fica claro que o povo, que a cada ano paga mais e mais impostos, tem que bancar, com ou sem maquiagem, com unhas bem feitas ou longas e sujas, o dinheiro que sustenta vaidades de governantes. Parece até que a monarquia voltou. Pobre povo, pobre plebe da Terra Brasilis. Simão Pedro Marinho | Belo Horizonte
Pela cor, sexo e idade
Na matéria Pela Cor, Sexo e Idade, a sra. Raquel Guerra indaga se alguém pode condená-la por não querer adotar uma criança negra. Não, ninguém pode, nem deve condená-la. No meu caso, quero agradecer pela sua manifestação explícita de preconceito e discriminação. Se mais pessoas como ela se manifestassem dessa forma, o mito de que este país não é racista já teria sido destruído. A sra. Raquel Guerra poderia ter feito como os outros casais e simplesmente ter dito que quer filhos parecidos com ela. Contudo, ela foi além e de forma inteligente justificou o seu racismo como algo biológico, histórico e culturalmente reconhecido. Apesar de assinar o nome Guerra, invoca suas origens italianas para demonstrar uma suposta pureza branca. Claro, porque sua ascendência ibérica pode vir contaminada com sangue indígena ou negro, o que é mais difícil de ocorrer na italiana, que não faz parte da matriz do povo brasileiro. Sendo membro de uma cultura tão puramente branca, a sra. Raquel Guerra acha difícil inserir uma criança de outra etnia em sua família. Provavelmente porque, em sua família, o valor e o lugar das pessoas são determinados pela cor da pele. E isso se aplica, inclusive, às crianças. É que para gente como a sra. Raquel Guerra é muito difícil conviver com a diferença em círculos fechados. Tudo bem ter uma empregada negra ou um colega de trabalho mais escurinho. Mas é difícil conviver com eles no mesmo prédio, no mesmo bairro, na mesma escola, no mesmo clube, no mesmo restaurante, enfim, no mesmo mundo. Obrigada, sra. Raquel Guerra, por não adotar uma criança negra. É insuportável imaginar os horrores típicos da KKK, que uma criança negra poderia sofrer em uma família que acha difícil conviver com a diferença. Espero que a sra. Raquel Guerra consiga adotar uma criança branquíssima, com origem nórdica, que é mais branca ainda que a italiana. Que existam os racistas e que eles mostrem a cara, para que os não racistas possam combater suas idéias.
Editorial
Em relação ao editorial Saber Viver queria dizer o seguinte: foi um derramar É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias... É na crise que se aflora o melhor de cada um. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado... Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia.... Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”... Adalgisa Almeida | Belo Horizonte
Bahia Zen
Adorei o título da matéria Bahia Zen de Todos os Santos. Santo André e Guaiú, tudo de bom! Senti vontade de pegar o próximo voo e lá relaxar no silêncio, sossego e belas paisagens. Este Brasil é lindo mesmo. Cada dia uma nova descoberta de boas opções
A crise, por outro ângulo
A revista Viver Brasil está de parabéns. Ao apresentar uma linha editorial equilibrada e diversificada, brinda-nos com temas atualíssimos, a exemplo do excelente artigo A Crise por outro Ângulo que, ao abordar as consequências advindas da poluição ambiental, notadamente no que tange ao verdadeiro lixão em que se transformam os nossos oceanos, conseguiu se antecipar, em quatro dias, à principal matéria do Fantástico da Rede Globo, do dia 15 de fevereiro. Por meio desse artigo, o seu autor conseguiu, com um conteúdo primoroso, mobilizar nossa consciência.
Primeira-dama diferente
Se realmente a primeira-dama quer ser diferente, ela deveria conhecer melhor a Amas e entender o papel desta instituição e de outras, que tirando certa parte social que realmente algumas fazem muito bem, outras têm finalidades estranhas como a maneira de empregar muita gente, sem concurso, via indireta. Deveria ser revisto isso... Quanto ao trabalho de Regina Lacerda como psicóloga, tem realmente várias maneiras, sem precisar de se sujar nestas entidades. Uma delas seria ela ir a um dos 16 centros de referências da assistência social do município e ali atender as várias demandas, ou mesmo na gerência do Serviço de Orientação Sociofamiliar, ou o Liberdade Assistida. Trabalho não falta! E acho muito legal da parte dela querer ser diferente! Agora primeira-dama, seja mais do que diferente e veja o que está por trás das entidades como Amas, Consolador etc... Vamos empregar as pessoas que fizeram concursos e estão esperando ou promova mais concursos e teremos funcionários comprometidos e valorizados.
Jogada certeira
Excelente a matéria Jogada certeira abordando, de forma séria e esclarecedora, a questão do momento para se investir em imóveis, sobretudo quando apresentam os dados comentados pelo presidente do Secovi. Não tinha pensado sob este ângulo e como investidor as informações foram muito importantes para mim. |
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