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Cartas
Alvo de denúncias
Gostei muito do conteúdo da matéria de capa da edição 13. Mas fiquei alarmado em saber que existe isto no país. Imaginei que a ditadura militar havia acabado há anos. Infelizmente e coincidentemente estou nesta mesma situação: sendo julgado, condenado, perseguido e perdendo tudo porque fiz denúncias. Enfim, a minha história é longa. Hoje já não sei se o crime está dentro do estado ou o estado dentro do crime. Sei que não podemos mais confiar nisto que estão chamando de poderes. Mansueto A. Saraiva de Souza | Belo Horizonte / MG
Lados Opostos?
Excelentes como sempre as matérias apresentadas na revista Viver Brasil. Gostaria de manifestar meu total apoio aos lojistas, como frequentador assíduo de shopping centers, a respeito do desrespeito dos administradores de shoppings com os lojistas e mais com seus próprios clientes. Não satisfeitos em usurpar o dinheiro suado dos lojistas, ainda utilizam da cobrança pelo uso do estacionamento. Isto é um descaso total pelos clientes, que lá fazem suas compras. O shopping é o sócio majoritário dos lojistas sem nenhum investimento, pelo contrário. Só exige projetos de decoração, etc. Eu mesmo já presenciei e fiz minha crítica, ao ver várias vezes funcionários destes shoppings ao lado do caixa para verificar o que você está comprando e quanto pagou pela compra. Além de ser constrangedor para o cliente, imagine para os funcionários das lojas. Se permitem dar minha sugestão, acho que os lojistas deveriam fazer pelo menos um dia de protesto fechando seus estabelecimentos e explicando aos seu clientes os motivos. Será que assim os administradores aprenderiam? Edilberto E. Moreira | Belo Horizonte / MG
Crescimento
Antônio Neves Barbosa | Belo Horizonte / MG
Editorial
Sob o enfoque de O Vale do Jequitinhonha que Ninguém Vê, ouso tecer os comentários a seguir, mesmo porque, na imprensa brasileira falada ou escrita, nenhum veículo ousou, até agora, publicar algo sobre esse outro lado do Vale. Senão, vejamos: quem nasce no Pernambuco é pernambucano; quem nasce em São Paulo é paulista, quem nasce em Minas Gerais é mineiro e, quem nasce no vale da miséria... só pode ser miserável. Desde cedo nossas crianças são condicionadas a isso, pois nenhuma ação específica tem sido executada para derrubar este estigma e acabar com esse perverso gentílico. O resultado disso é que os naturais deste Vale nascem, crescem, vivem e morrem como se miseráveis fossem. Penso que neste ponto está o xis da questão. Não somos miseráveis coisa nenhuma. Mas essa perspectiva negativa precisa ser tirada a fórceps da cabeça de cada habitante deste Vale. Precisamos melhorar a autoestima deste povo, mostrando-lhe que somos uma terra abençoada, próspera, de gente criativa e que foi (e ainda é) bastante privilegiada. Normalmente, o que se conhece do Vale resume-se aos indicadores sociais catalogados pela Fundação João Pinheiro, IBGE e pelos demais órgãos dos governos. É possível que essas informações contenham uma metodologia de coleta que nem sempre reflete aquilo que está acontecendo em tempo real em nossas cidades. Às vezes são atualizadas tardiamente e analisando-os de longe, corre-se o risco de turvar a nossa imagem. Celso Martins Pereira | Divisa Alegre / MG
Sou ateu, e daí?
Lendo a reportagem Somos Ateus, e Daí? vi que a definição dada para ateu é: ausência de crença em deuses. Se é isso, então também seria uma ateia. Explico: tenho aprendido que aquele Deus vingativo, que prega o temor e que vigia meus atos, não existe. Penso que devemos buscar conhecer a Deus e não somente crer em sua existência. E a única maneira de se conhecê-lo é por meio da busca constante pelo conhecimento. Buscando o conhecimento e a verdade na própria criação, tenho encontrado um novo conceito de Deus, bem diferente dos pregados pelas instituições religiosas e isso tem me feito uma pessoa mais feliz e dona dos meus atos. Flávia Leão | Belo Horizonte / MG
Indispensável
Tenho por hábito jogar revistas lidas fora (tenho pavor do armazenamento compulsivo, doença comum ainda mal diagnosticada e pouco tratada), mas devo confessar que a Viver Brasil está tão rica e interessante que fica difícil dispensá-la! Janna Ester | Belo Horizonte / MG
Constelação Familiar
Gostei muito da reportagem De Volta aos Antepassados. Já fiz a constelação familiar e hoje faço diariamente o alinhamento ancestral e fico surpresa com os resultados dentro da minha família. A pessoa com quem aprendi chama-se Mário Lúcio Silva. Seria tão bom se todos voltassem a reverenciar os antepassados, procurar saber um pouco mais sobre aqueles que nos antecederam. Vai aqui uma das orações que aprendi e que mais gosto:
Constelação Familiar II
Sou psicóloga, passei por diversas técnicas psicoterápicas, mas foram algumas vivências de constelação familiar que me libertaram das amarras que me impediam de encontrar um companheiro. Eu atraía parceiros que fugiam de compromisso, apareciam de vez em quando. Depois de trabalhar esse problema na constelação familiar, encontrei um companheiro de verdade, agora meu marido (na igreja e no cartório), amante, amigo, companheiro de tudo. Estou feliz.
Feiúra Atrapalha
Parabéns a toda a equipe da Viver Brasil pela oportuna reportagem Feiúra Atrapalha, sobre estética e seu contexto no mercado de trabalho. Em um mundo ideal, ninguém seria julgado pela aparência. É impossível visualizar a integridade, cultura ou honestidade de alguém só de olhar. Mas o nosso cérebro nem sempre é racional. Ao que tudo indica, muitas de nossas escolhas são influenciadas pelas aparências. Atribuímos capacidades e habilidades a uma pessoa só de olhar o seu rosto. Depois, analisando racionalmente outras variáveis, podemos mudar ou manter o julgamento inicial. Para quem não tem outras variáveis para analisar, o julgamento baseado na aparência alheia acaba sendo decisivo, uma vez que estudos sobre a autoestima sugerem que a imagem do corpo é um dos principais elementos de autorejeição. Assim, em um mundo competitivo, uma aparência agradável é uma necessidade para atingirmos a definição de saúde encontrada no preâmbulo da Constituição da Organização Mundial da Saúde. Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social. Júlio Brant | Belo Horizonte / MG
Ótimo Nível
Viver a sensação agradável de folhear uma revista de ótimo nível é muito bom aos olhos e à mente. A Viver Brasil da 2ª quinzena de fevereiro que tenho em mãos, especialmente o editorial de moda, é perfeita, e de bar em bar chego a um convite zen de todos os santos sem contar com os belos corpos das passistas que em sua capa traz um sorriso maravilhoso. Renato Kherlakian | São Paulo / SP
Melhores restaurantes
Tivemos grata surpresa ao receber a edição da Viver Brasil com a excelente reportagem sobre os melhores restaurantes do mundo que inclui o francês Château de la Chèvre. Muito obrigada pela bela matéria! Stéphanie Abril | Eze Village (França)
Em Portugal
Estive recentemente em Portugal e me surpreendi ao ver a revista Viver Brasil com o nosso motorista Joaquim. Foi bom saber que as notícias de Minas estão sendo lidas em Lisboa. Angela Pimenta de Carvalho Britto | Lisboa (Portugal) |
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