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Cartas
Potencial existe Parabéns pelo ótima reportagem, concisa e clara, sobre o potencial mineral brasileiro com relação ao aproveitamento econômico dos minerais conhecidos como terras raras. O que me chamou a atenção é o fato do conceito minério não ter ser sido ainda hoje devidamente assimilado pela maioria dos empreendedores nacionais, pois minério, diferentemente do que a maioria acredita ser, é um conceito basicamente econômico e não natural ou físico (a rocha em si), pois o que é considerado minério hoje, pode não ter tido valor econômico no passado, como poderá, ou não, vir a ter no futuro, dependo principalmente do avanço tecnológico ou demandas de mercado. As chamadas terras raras é um exemplo disso. Algo mais sutil, porém de extrema importância, é a nova cultura que aos poucos vem se afirmando no país, que é a da ponderação do custo ambiental embutido em cada atividade que, mesmo de difícil quantificação em termos financeiros, faz ou deveria fazer parte das decisões de projeto daqui para frente. Fica aí mais a esperança de que a tão propagada sustentabilidade deixe de ser encarada radicalmente como mito poético, ou, simplesmente, como contra-argumento para a lavra predatória dos nossos recursos naturais como um todo.
Guilherme Ferreira Maia, engenheiro de minas |
Artigo Paulo Paiva Não te chamo companheiro pois esta palavra está muito desgastada ultimamente. Digamos, amigo on-line... Li seu recado para o Roberto Drummond, nosso guru. Sabe, um dia, com um canudo debaixo do braço, deixei Minas Gerais. Levei comigo todas as mineirices, algumas na mala outras no coração. Quase cinco décadas depois algumas destas mineirices ficaram um tanto embaçadas, sabe como é, o tempo, os lugares, a vida mudando. Outras, mais arraigadas, como o amor pelo Galo, permanecem vivas e coloridas. Indeléveis. Vieram filhos – atleticanos, lógico! Por livre e espontânea coação. Sofremos juntos. Comemoramos juntos. As alegrias com as vitórias do Galo rareando. Esperanças sendo frustadas. Nadar e morrer na praia. Mas aprendi a conviver com tudo. Como as graminhas ruins que costumam chamar de praga, pisadas e repisadas num dia e na manhã seguinte brotam verdinhas. Muitas vezes sofrendo em silêncio. Se acredita que tem mais de uma alma, cuide bem delas. Lendo o que você escreveu, e eu assino embaixo, o Galo tem um cabedal imenso de tradição, glórias e história. Alguém disse que somos uma torcida que tem time. Pena que administrações incompetentes tenham maltratado o time. E que hoje amor à camisa e garra (saudades, Grapete, Dario, Reinaldo, Cerezzo...) tendem a sumir debaixo de pacotes de reais fáceis demais, carrões, farras e outros modismos. Meu coração atleticano foi vacinado e imunizado e segue pela vida. A alma, acho que tenho apenas uma, vai se libertar um dia e bater às portas de São Pedro com uma bandeira preto e branco esfiapada – a do Galo!
Edna Pessoa, de Goiânia (GO) | Vovó Internet Excelente a reportagem Vovó internauta, da jornalista Silvânia Arriel. Parabéns!
Tetê Rios, jornalista | Quem é quem? Em relação à matéria Quem é quem?, publicada na última edição da revista Viver, a assessoria de comunicação social da Secretaria de Estado de Educação informa que: estreitar a interlocução com os atores envolvidos com as questões relacionadas à educação é uma das prioridades da atual secretária de Educação, Ana Lúcia Gazzola. Por esta razão, os pedidos de agenda apresentados por parlamentares (federais e estaduais) têm sido, desde o início deste ano, rigorosamente atendidos pela própria secretária Ana Lúcia Gazzola, ou pela secretaria adjunta, Maria Céres Pimenta, ou por um dos quatro subsecretários. Até esta data, ou seja, 27 de outubro de 2011, foram recebidos 71 parlamentares (federais e estaduais) na Secretaria de Estado de Educação. Todos os pedidos apresentados foram atentidos pelos atuais titulares.
Marcílio Lana, coordenador da assessoria de comunicação social da Secretaria de Estado de Educação |
Viver Minas Tenho acompanhado os cadernos regionais de Minas, que, vocês, regularmente têm disponibilizado aos leitores da Viver Brasil. Para nós publicitários, é um instrumento de trabalho valiosíssimo, por estreitar os caminhos até estas regiões. Trata-se de um trabalho de campo e pesquisa, elaborado com muito critério e propriedade. Estamos colecionando esses cadernos que têm nos ajudado em diversos trabalhos e cursos que temos ministrado nestas localidades. Deixo aqui os cumprimentos pela excelente prestação de serviços que vocês estão fazendo ao mercado! Parabéns! Patrícia Avellar, consultora de mídia | Por onde seguir? Na matéria sobre esquizofrenia, quero ressaltar o caso Silvia Maria, portadora de aptidão mental que a habilita ser independente: não representa o contingente psiquiátrico grave que necessita constantes acompanhamentos especializado e familiar. Silvia e Aparecida Celina defendem ideologia política antimanicomial e esquecem que interesses políticos não devem prevalecer no tratamento médico. A responsabilidade da assistência à saúde é concorrente entre as esferas governamentais e, se a família cuida do seu ente, não encontra internação necessária, há que se falar em omissão ou dessasistência terapêutica. O cidadão tem que responsabilizar o poder e os agentes públicos que omitem internações necessárias, de acordo com as necessidades do paciente psiquiátrico. Investe-se mais recursos em usuários da saúde mental aptos ao trabalho, enquanto os doentes graves e até incapacitados continuam abandonados sem atenção desejada e necessária, por causa de militantes antimanicomiais que criam preconceitos ideológicos acerca da internação. Parabéns ao dr. Lauar, ao dr.Roberto e aos relatos da Maione e do Assis que representam a realidade dos casos graves e silenciados.
Alessandra Rates | | |
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