Que cidade queremos e teremos em 2030? Você já pensou nisso? Pois desde 2009, primeiro ano da gestão de Marcio Lacerda, a prefeitura de Belo Horizonte coloca em prática o planejamento estratégico com visão de longo prazo, contemplando um horizonte de 20 anos. A ideia é definir e estabelecer indicadores e objetivos para a capital que os belo-horizontinos terão nas próximas duas décadas. O plano que possibilita a identificação e a antecipação de tendências e desafios em todos os setores da vida de BH será um dos temas do primeiro Conexão Empresarial de 2012, cujo palestrante será ele, o mentor do planejamento e candidato natural à reeleição, Marcio Lacerda (PSB).
O evento, que já entrou para o calendário de políticos e empresários mineiros, estreia neste ano no dia 13 de fevereiro, no Espaço VB, em Nova Lima. Aprovado por mais de 60% dos eleitores, Marcio Lacerda também fará uma espécie de túnel do tempo. Ele detalhará planejamentos de curto e médio prazos, como o BH Metas e Resultados, criado em 2009, que abrange 12 áreas de atuação e 40 projetos sustentadores que balizarão as políticas e ações até final de 2012. É assim que, conforme Lacerda antecipa, se busca mais eficiência nas políticas urbanas e sociais em todos os serviços prestados pela prefeitura.
Marcio Lacerda também falará sobre o Plano Diretor Municipal, implantado em 2010 a partir das contribuições advindas das conferências municipais setoriais e de outras instâncias de participação, consulta ou discussão pública. É neste plano que constam as diretrizes para a ocupação da cidade e o conjunto de regras que determina o que pode e o que não deve ser feito em cada parte da cidade. “Ele representa a expressão do pacto firmado entre a sociedade e os poderes Executivo e Legislativo”, afirma o prefeito.
No ano passado, foi a vez de a prefeitura dar início aos planos diretores regionais, pensando nas diversas regiões do município. E, em seguida, iniciou-se o Planejamento Participativo Regionalizado. A cidade foi dividida em 40 sub-regiões de gestão compartilhada, com o agrupamento de bairros de condições de vida semelhantes para efeito de planejamento e ação. “É como se a prefeitura colocasse uma lupa em cada regional para conhecer mais de perto a realidade local, para buscar, em conjunto com a população, as melhores alternativas para o desenvolvimento da região”, diz Lacerda, antecipando um pouco de sua palestra.