Quinta, 23 de Fevereiro de 2012
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Márcia Q. & Alessandra V.

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 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

Lições de avó

Neto da empresária Maria José Capanema, André Capanema, 31, trilha os caminhos da avó, uma das primeiras mulheres a atuar nos negócios imobiliários em Minas. Ele estreou no ramo de entretenimento, mas agora aposta nos imóveis. Além de manter o bar e restaurante Mixido, André abriu a IBH Negócios Imobiliários. A empresa, que começou em uma sala no Belvedere, hoje ocupa andar inteiro no Sion e integra a rede Morar, uma das maiores do mercado. E tudo começou por acaso, administrando o império de imóveis dos Capanema. “Meus primos seguiram outras carreiras. Fui estimulado a cuidar dos bens. Senti necessidade de ter uma imobiliária e passei a administrar outros imóveis”, conta. Ele revela  ter herdado a vocação da avó. “Quando ficou viúva, ela assumiu os negócios da família e os imóveis multiplicaram.”

 
 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

Caviar e samba

Pratos sofisticados com MPB. Este é o menu das tardes de sábado do restaurante Patuscada, reduto de empresários e políticos  mineiros, além de celebridades do eixo Rio-São Paulo que aportam em Belo Horizonte. Contratado pelo chef Clóvis Vianna, o cantor e violonista Basti de Mattos, 45, apresenta na casa repertório de MPB. “Os clientes também sobem ao palco, é bem descontraído. Canto na casa há oito anos”, diz o músico, provando que requinte também combina com samba.

 
 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

Antenado com a família

De olho nas famílias que frequentam o Boulevard Shopping, o gerente de marketing, Daniel Vieira, apostou, mais uma vez, na pista de patinação como atração de férias. “Foi um sucesso da primeira vez, nas férias de julho (de 2011), e resolvemos repetir a dose ”, diz. Segundo Vieira, as atrações promovem o sossego dos papais e a alegria das crianças. Outra opção é o projeto Boulevard Kids, com atividades aos domingos, como teatrinho e oficinas. A próxima será um bailinho de carnaval, programado para 12 de fevereiro, com concurso de fantasias e tudo mais. 

 
 | Por:

Simples, não?

Você pensa em começar o ano com mudanças? Ex-modelo e colunista, Danuza Leão já mudou sua vida e, garante, para melhor. Autora do best-seller Na Sala com Danuza, ela acaba de lançar o livro É Tudo tão Simples (editora Agir), em que fala sobre simplificação da vida em tempos de redes sociais, celebridades e celulares. “Não quero que o livro seja um guia para ninguém. Cada um sabe de si. Mas, para mim, simplificar a vida foi bom”, afirma. Há oito anos, Danuza abriu mão de apartamentos gigantes (mora em um quarto e sala amplo em Ipanema), aboliu o carro e diminuiu o guarda-roupa. “Está tudo menos complicado”, diz Danuza, que no passado circulava nas mais badaladas festas.  

 

Clientes fiéis

Há mulheres que variam de profissionais de beleza como se muda de roupa. O maquiador Tiago Duarte, 35, do Studio Áurea, não é desses de se trocar pelo primeiro da esquina. Há 18 anos no mercado, ele mantém clientes fiéis, entre elas Betânia Pena, e costuma produzir três gerações de mulheres. “Atendo avó, mãe e filhas de uma mesma família. A maioria da alta sociedade”, diz. O segredo, segundo ele, além de bons produtos, de preferência importados, é saber o que a cliente quer.

 
 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

Sopro de vida

André Ferreira Policarpo Gomes, 29, está à frente de projeto para difundir no Brasil o didgeriboo, instrumento de sopro tocado pelos aborígines da Austrália. Segundo ele, estudos na Europa associam a prática de tocar o instrumento, que trabalha a respiração, à cura de doenças como asma, apneia e insônia. Advogado, ele concilia a carreira no escritório com a música nas horas vagas. A ideia é usar o didgeriboo como instrumento para inserção de crianças carentes. Para isso, ele se juntou a outros músicos. 

 
 | Por: Victor Schwaner
Victor Schwaner

Sem fugir da luta

Rosângela Gonçalves Nascimento, 49, não tem as duas pernas, mas pratica natação, viaja e sai para a balada. Ela lança em fevereiro o livro Atravessando Fronteiras – Talidomida a Impunidade Continua. A obra aborda a luta de Rosângela, que nasceu com a deficiência devido à ingestão do medicamento pela mãe na gestação. “Os médicos diziam que era calmante. Várias crianças nasceram com deficiência por causa disso.” No Brasil há cerca de 700 vítimas. Apesar de ter consumo proibido pela OMS desde 1961, a talidomida ainda é produzida e usada hoje no tratamento de hanseníase e aids. “O problema é consumir na gestação. Há suspeitas de terem nascido duas vítimas no Maranhão."

 
 | Por: Uarlen Valério
Uarlen Valério

Ação do bem

Aos 22 anos, Nayara Ataíde Gonçalves formou-se em direito pela UFMG no final de 2011. Na lista de convidados, fez questão de incluir o geneticista Sérgio Danilo Pena e família. Foi por meio da Fundação Danilo Pena, entidade filantrópica criada pelo geneticista, em homenagem ao pai, que Nayara realizou o sonho de se formar. A entidade custeia estudos de jovens de classes menos favorecidas. Nayara cursou o ensino médio no Colégio Arnaldo, com bolsa da fundação. Assim como ela, dezenas de adolescentes conseguiram chegar à universidade. “A fundação mudou minha vida.”, diz a moça, que passou na prova da OAB, faz estágio e está prestes a ser contratada por conceituado escritório.

 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Noites de Paris

O publicitário Paulo Alvares, da Big Ideias, despediu-se com festa de 2011. Para marcar a entrada do verão e a proximidade do Ano Novo, reuniu clientes, fornecedores, veículos e até concorrentes, abrindo a agência, no Belvedere, para festa ao estilo das Noites Brancas de Paris. Teve performance, malabarismo, grafite, arte de rua e gentilezas do anfitrião, que, por algumas vezes, assumiu o piano. 

 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Viagem ao mundo dos vinhos

Engenheiro aposentado e especialista em vinhos, Horácio Barros, partiu em dezembro rumo à realização de um sonho acalentado há anos. A bordo de um Iveco Daily e acompanhado pelos filhos Pedro e Natália, ele embarcou de Belo Horizonte para uma viagem de 30 meses, quando visitará as principais vinícolas do planeta. A rota do projeto, batizado de Wine World Adventure, inclui 170 regiões produtoras de vinho, em 24 países de quatro continentes, totalizando percurso de mais de 120 milhões de quilômetros. Estima-se que toda a aventura custe 350 mil dólares, o equivalente hoje a 560 mil reais. 

O trajeto terá início na América do Sul, seguindo pela América do Norte, África, Oceania e terminando na Europa. Tudo isso combinando o transporte por avião e um Iveco Daily motorhomme, caminhão adaptado para oferecer condições parecidas com as de uma casa. As distâncias mais longas serão feitas por avião enquanto o caminhão será transportado por navio. “Demorei dois anos planejando a viagem, um grande sonho”, diz.

 
 
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