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Evento IIIAlegria dos 50Márcio Alaor reúne mais de 700 convidados no Minas II para celebrar meio século de vida
Texto: Márcia Queirós | Fotos: Tião Mourão
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Além disso, participou de decisões que colaboraram para o crescimento do banco, criado nos anos 30 pelo empresário Antônio Mourão Guimarães e hoje detentor de 20% do mercado de crédito consignado do país. “Considero o Márcio uma pessoa da família. Uma das suas qualidades é a dedicação e o gosto de ajudar as pessoas”, retribui o presidente do BMG, Ricardo Pentagna Guimarães. Pai de Ricardo, o banqueiro Flávio Pentagna Guimarães, 82 anos, lembra que a dedicação de Alaor chamou a atenção logo nos primeiros anos de banco. “Ele vai atrás, procura coisas novas, toma providências. Lembro-me de que entrou como um boy de recado, foi subindo, subindo...”, recorda com carinho o banqueiro. O traço de moço decidido, observado por Flávio Pentagna, destacou-se logo na infância de Márcio Alaor, em Santo Antônio do Monte. Filho do comerciante Jacy Antônio de Araújo, 81 anos, que mantinha um armazém na cidade, e da costureira Dirce Rodrigues de Araújo, 79, “Marcinho”, como é chamado pelos conterrâneos, sempre foi um menino especial. “Era alegre, comunicativo e animado”, lembra seu Jacy sobre o caçula da prole de seis filhos. O vice-presidente do BMG diz que trabalha de 14 a 16 horas por dia e corre de oito a 10 quilômetros, três vezes por semana, antes de iniciar a jornada no banco. Quando não está trabalhando, gosta de curtir a família, de preferência em restaurantes ao redor de boa mesa e doses de vinho. E os defeitos, tem algum?, indagou a reportagem a dezenas de entrevistados. Ninguém apontou um. “A minha mulher diz que sou festeiro. Mas gosto de celebrar todos os meus aniversários, pois a vida é um presente de Deus”, diz Alaor. A receita para o sucesso na vida profissional e pessoal, segundo ele, está em “acreditar que é capaz, não ter medo de nada e nunca perder a fé em Deus. Outro segredo é cultuar a simplicidade e não se desapegar das origens. Prova disso foram os mais de 15 amigos que trouxe de Santo Antônio de Monte para a festa de aniversário. “Banquei transporte e hotel para eles em Belo Horizonte. Não abro mão de uma cerveja com esses amigos quando vou à minha cidade. Isso me traz felicidade”, garante. A festa requintada no Minas II, com iguarias do Bouquet Garni e música do DJ Eduardo Aun, terminaria do jeito mais singelo possível: com os convidados saboreando biscoito frito no Mercado Central como café da manhã. “O ônibus vai estar na porta”, anunciou o aniversariante no meio da comemoração. Com tanta festança, que venham mais 50! |
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