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EspecialCardárpio de sucessoEm 15 anos de atuação em casamentos e festas na capital mineira, bufê Flamb’art é hoje presença confirmada nos mais concorridos eventos da cidade
Texto: Angélica de Castro | Fotos: Nélio Rodrigues
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Os petit comités, jantares para poucas pessoas e com alta gastronomia, são a menina dos olhos da chef. É aí que, segundo Cláudia, ela consegue mostrar todo o esplendor da empresa. “O trabalho fica em evidência. Um conversa com o outro sobre o prato”, conta. Cláudia realiza esses jantares para um número de convidados que variam de 3 a 50. A vontade de criar é maior quando o cliente a deixa livre para montar o menu. “Nesse momento posso fugir do padrão e apresentar pratos sofisticados.” Outro desafio são os eventos típicos. Eles estimulam a criatividade. “Fiz um casamento todo vegetariano. O noivo era vegano (não comederivados de leite e ovo) e aí fiz parte do cardápio para ele. A festa foi um sucesso e algumas receitas entraram para nossa lista.” E que lista. São 150 variedades de pratos quentes, 90 de sobremesas e 200 de entradas. Apesar da variedade, todo even- to pode ter um prato criado exclusi- vamente para ele. Tudo isso é discutido no momento da degustação. Essa acontece em duas ou três eta- pas de acordo com o tipo de evento. “É um momento em que procu- ramos saber o formato da festa e conhecemos o cliente”, diz Cláudia. Afinal, cada festa necessita de uma estrutura diferente. O jantar bistrô, a nova tendência, requer uma equipe maior do que a de uma festa com bufê aberto, mas menor do que o jantar francês, em que os pratos são servidos na mesa em um momento específico. No bistrô, os convidados são informados de que o jantar é servido durante um período. |
Mesmo com uma série de reuniões, profissionais treinados e cronogramas distri- buídos para todos, o evento pode mudar. É aí que a experiência se mostra necessária para que os convidados sejam bem servidos e a comemoração seja um sucesso. Há 1 ano e meio, Isabel Bandeira organiza seu casamento que acontece em outubro. Ela conta que escolheu o Flamb’Art pelo sabor, profissionalismo e bom gosto. Foram cerca de duas horas provando dezenas de salgados para escolher 15 variedades. Alguns em taças, denominados entradinhas. Além dos casamentos, o bufê recebe muitas encomendas para festas infantis. A demanda fez com que a empresa criasse o Flamb’Art Petit, um cardápio específico para crianças. São empanados de frango em palito, pipoca coberta com chocola- te, minipães de queijo e uma série de gostosuras aprovada pelas crianças. E para atender ainda melhor seus clientes, a empresa abriu este ano a Villa Flamb’Art. O Villa tem capacidade para 450 pessoas. São três ambientes: um salão interno amplo e bem iluminado, uma varanda deque com vista panorâmica e jardim. |
O PincípioEm 1995, durante licença maternidade, Cláudia percebeu que estava com muito tem- po ocioso e perguntou a uma amiga se poderia fazer os coffe-breaks para a empresa ao invés dos tradicionais salgados fritos comprados na padaria. Na época, havia muita coisa frita, mui- ta gordura. “Comecei a servir comidas mais saudáveis e elaboradas. Fazia tudo na minha cozinha mesmo. Quando a procura aumentou, abri o bufê”, relembra Cláudia. Hoje, a em- presa em nada lembra o passado. Situada no bairro Olhos D’Água, a sede é ampla e plane- jada. Como festa não tem horário para acabar, há inclusive um dormitório no local. São 50 funcionários além de dezenas de profissionais que têm os serviços contratados para even- tos. Cláudia é formada em gastronomia pela Faculdade Estácio de Sá, em Belo Horizonte. E estagiou com chefs renomados como Alex Atala e Emmanuel Bassoleil em São Paulo, e Christophe Lidy no Rio de Janeiro.
O SUCESSO DE UMA FESTA DEPENDE DE...
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