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Justiça
Bruno raspa a cabeça para evitar exame de DNAO cabelo do atleta foi queimado na sua frente para provar que não seria usado em exameFonte: Agência Estado | Em: 29-07-2010
Bruno raspou a cabeça no presídio de Contagem (MG), segundo informação da Secretaria de Defesa Social. O cabelo do atleta foi queimado na sua frente, nesta semana, como garantia de que não seria usado em um exame de DNA. O jogador se recusou a fornecer material para o teste. Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e os outros cinco homens presos por suspeita de envolvimento no caso também tiveram a cabeça raspada, conforme a secretaria. Nesta manhã, o ex-goleiro e mais seis suspeitos presos - incluindo sua ex-mulher, Dayanne de Souza - foram levados ao Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DIHPP). A polícia mineira disse que eles fariam coletas digitais. O procedimento de identificação criminal é preparatório para o indiciamento do grupo. A iniciativa foi criticada pela advogada Cintia Ribeiro, representante da Ordem dos Advogados do Brasil, subseção de Minas. Ela disse que vai encaminhar relatório ao presidente da OAB-MG, porque "já existe impressão digital, essa coleta não é necessária". Além do primo do jogador, Sérgio Rosa Sales, que já estava no Centro de Remanejamento de Presos (Ceresp) de São Cristóvão, anexo ao DI, foram ao local Macarrão, a mulher do jogador, Dayanne, o primo do atleta, Flávio Araújo, o Flavinho, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, Elenílson Vítor da Silva e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. O único suposto envolvido que não foi levado ao departamento foi o primo adolescente do goleiro J., de 17 anos. O processo do menor está separado e ele aguarda julgamento pelo Juizado da Criança e do Adolescente de Contagem (região metropolitana de Belo Horizonte). |
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