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Plenário
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Arte: Paulo Werner |
MAIS IMPOSTO
O DEM quer porque quer concluir a votação da emenda 29, que garante recursos para a saúde. Obstrui as votações na Câmara alegando que a base governista está empurrando com a barriga. Acontece que, para concluir a regulamentação, é preciso votar destaque ao texto que cria a polêmica Contribuição Social para a Saúde (CSS). O tema é só desgaste nessa época pré-eleitoral. O fato é que não há mais dúvidas de que a volta da cobrança do imposto para a saúde é questão de tempo. Após as eleições a matéria deve retornar à pauta. Pelo texto, a CSS terá alíquota de 0,1%, menor que os 0,38% cobrados na antiga CPMF.
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Divulgação |
O REGRESSO
Um grupo de ex-servidores federais que aderiu ao plano de demissão voluntária (PDV) durante o governo de Fernando Henrique Cardoso quer voltar à ativa. Já existe até uma entidade, Movimento Nacional Unificado pela Reintegração dos Pedevistas, para amparar os ex-servidores. Estima-se 25 mil pessoas na espera. Para o deputado Eduardo Valverde (PT-RO), que apoia a demanda, a revisão da decisão é necessária, porque as exonerações foram feitas por estímulo do governo de FHC, e baseado em falsas promessas. Vale lembrar que centenas de servidores no governo de Fernando Collor já conseguiram anistia.
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Duvulgação |
OMBRO A OMBRO
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) conseguiu aprovar emenda no valor de 1,3 milhão de reais para construção de ginásio poliesportivo na Vila Militar do Rio. É lá que vão acontecer algumas das competições da 5ª edição dos Jogos Mundiais Militares, entre os dias 16 e 24 de julho de 2011. Durante esses dias, homens e mulheres militares disputarão algumas modalidades esportivas nada convencionais. No pentathlon, versão ampliada do triathlon, haverá prova de natação, corrida, tiro ao alvo, pista com obstáculos e lançamento de granada. No paraquedismo ganha mais pontos aquele que chegar mais próximo ao alvo.
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CABEÇAS
Minas Gerais aparece com baixa representação na última lista dos 100 mais influentes do Congresso Nacional divulgada anualmente pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) . Para o Diap, são influentes os deputados federais Gilmar Machado (PT), Mário Heringer (PDT), Paulo Abi-Ackel (PSDB) e Virgílio Guimarães (PT). Nenhum senador.
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FELICIDADE
O Senado discute a proposta de incluir o direito à felicidade como uma questão de estado na Constituição. A iniciativa partiu do Movimento + Feliz, encabeçado por procuradores da República e defensores públicos federais. Já é realidade nas constituições da Coreia do Sul e do Japão. No Senado, o ex-presidente nacional da OAB Cezar Britto foi lacônico: “É a mesma coisa que decretar chuva por medida provisória.”
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OUTROS VOOS
O deputado Rafael Guerra (PSDB-MG) está mesmo decidido a não disputar as eleições deste ano. Ele deve ser um dos coordenadores políticos das campanhas de Antonio Anastasia, ao governo, e de Aécio Neves, ao Senado. O deputado acha que pode ser mais útil na campanha se estiver fora do páreo. Médico-cirurgião, ele já foi secretário de Saúde do estado e está no terceiro mandato de deputado federal. É de sua autoria a lei que estabelece regras para a formação de consórcios entre municípios, estados e a União para prestação de serviços públicos.
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OS SEGUNDOS
Se o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o presidente Lula não perdem uma oportunidade de se alfinetarem em público, o mesmo não acontece com seus vices. Na sessão do Senado em que recebeu o diploma José Ermírio de Moraes, José Alencar foi homenageado pelo senador Marco Maciel (DEM-PE). O vice de FHC lembrou a amizade entre os dois “que perpassa os anos” e o bom humor que caracteriza o empresário mineiro.
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À PURURUCA
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, aceitou o convite para jantar na casa do deputado Fábio Ramalho (PV-MG) em Brasília. No menu: leitão à pururuca. O convite foi feito pelo deputado em Londres, no encontro do presidente do Bacen com investidores de todo o mundo. “Goiano gosta de comida mineira”, justifica o anfitrião do jantar.
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FRASE DA VEZ
“Essa é uma interrogação que existe no mundo todo. Ainda restam dúvidas se o Irã vai cumprir o que foi acordado. Basta olhar os antecedentes do país, comandado por um presidente que fala em guerra permanentemente”
Do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) sobre a possibilidade de o Irã romper o acordo com o Brasil e a Turquia e usar o urânio enriquecido na produção de arma nuclear
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