Quinta, 09 de Fevereiro de 2012
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Plenário

Márcia Machado

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 | Por: Arte: Paulo Werner
Arte: Paulo Werner

SERÁ?

Com o crescimento da candidata Dilma Rousseff (PT) nas últimas pesquisas de intenção de voto, as atenções se voltam agora para Aécio Neves (PSDB). Nos corredores do Congresso as apostas no nome do ex-governador de Minas para ser o vice de José Serra (PSDB) estão altas. Tucanos que sempre descartaram essa possibilidade agora admitem que “pode ser sim”. 

 
 | Por: Wilson Dias/ ABR
Wilson Dias/ ABR

AJUDINHA

Candidato também reza, com ou sem santo. Marina Silva (PV) participa de culto da Assembleia de Deus, igreja que frequenta. Dilma Rousseff (PT) já confessou que rezou muito quando teve problemas de saúde. Até o tucano José Serra, em visita a Juazeiro do Norte, no sertão do Cariri cearense, recentemente, admitiu ter feito alguns pedidos aos pés da imagem de Padre Cícero, na serra do Horto. “Pedi para ganhar a eleição. E por meus netos.” Ah, bom!

 

A CRIATURA

Parece que Dilma Rousseff (PT) ainda não aprendeu com seu criador, o presidente Lula, a usar e abusar de figuras de linguagem nos discursos. No encontro em Brasília que reuniu os três principais candidatos a presidente da República com prefeitos de todo o país, Dilma não fez nenhuma metáfora, ateve-se a responder às perguntas com objetividade. Ao contrário dos seus adversários. 

 

A JAGUATIRICA

Já Marina Silva (PV), disse aos prefeitos que não quis ficar muitos anos como senadora “porque quando você fica muito tempo, você fica igual a um bonsai, paradinho, pequenininho numa mesa. É melhor ser uma relva no campo do que um bonsai no Senado”. Na semana, Marina recorreu outras  vezes à flora e à fauna para responder a perguntas. Primeiro, ela disse que ao invés de ser uma gata ao lado do vice, o dono da Natura Guilherme Leal, será uma jaguatirica. Depois, defendeu a escalação de Ganso para a seleção de Dunga.

 
 | Por: Arte Paulo Werner
Arte Paulo Werner

O CINÉFILO

Até José Serra (PSDB) – também famoso pela objetividade de suas respostas – citou o filme O Grande Ditador de Charles Chaplin para ilustrar como as contas sempre sobram para os prefeitos. Na primeira cena do filme um marechal determina que a tropa avance. O marechal passa a ordem para o general que a repassa ao coronel e assim vai até chegar ao Carlitos, o último da fila, e a bomba explode no colo dele. “O Carlitos fica como o município nessa história”, comparou o tucano.

 
 | Por:

AGRADO

Enquanto os prefeitos passavam por Brasília, o Ministério do Planejamento autorizou a cessão de uso gratuito de um terreno da União em Brasília para a construção da sede da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) na capital. A medida já foi publicada no Diário Oficial da União. O imóvel tem área de 5 mil m2 e está localizado em uma área nobre da cidade.

 
 | Por: Wilson Dias/ ABR
Wilson Dias/ ABR

SEM CONSENSO

O PT e o PMDB de Minas encomendaram duas pesquisas de opinião – uma quantitativa e outra qualitativa – para ajudar a definir quem será o candidato da coligação: Hélio Costa ou Fernando Pimentel. Os peemedebistas acham que os números serão suficientes para a escolha. Já os petistas querem que outros critérios políticos, como a capacidade de crescimento do candidato, devem ser considerados. A pesquisa estará pronta logo, mas a decisão só dever sair no dia 6 de junho.

 
 | Por: Roosewelt/ABR
Roosewelt/ABR

 
 | Por:

O OUTRO

O deputado Alberto Fraga (DEM/DF), ex-policial, ficou indignado com a direção do Tropa de Elite 2 que deu seu nome ao bandido do filme, cuja estreia está prevista para os próximos dias nos cinemas. Protestou veementemente na Câmara. Sem muito eco. O presidente da Casa, deputado Michel Temer (PMDB), limitou-se a sugerir ao deputado fazer bom uso da confusão. “Se eu fosse marqueteiro, eu diria a V. Exa., que, durante a campanha eleitoral, lance um panfleto com os dizeres: Não sou ele, sou o outro. Seria útil para sua campanha”. Fraga se lançou pré-candidato do DEM ao governo do DF.

 

Frase da Vez

“Não tenho mais projeto político. Mais quatro anos de mandato e, graças a Deus, vou concluir minha vida pública. Não tenho mais interesse. Sinceramente. E ainda me perguntam: por que não sai do PMDB? Sair pra onde?”

De Pedro Simon (PMDB/RS), senador com 52 anos de carreira política

 
 
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