|
EsporteEstreia de prataMenos de um ano de vida, três títulos e o vice-campeonato da Superliga de Vôlei: conheça os segredo da equipe do Bonsucesso/Montes Claros
Texto: Ana Cristina d´Angelo | Fotos: Gustavo Scatena
|
“É um time bom, de qualidade. Unidos eles acreditaram e deu nisso. A amizade entre eles também conta muito e um técnico competente e que inspira confiança”, acrescenta o ex-jogador de vôlei e hoje comentarista esportivo Tande, que acompanhava atento aos treinos um dia antes da grande final da Superliga. Os adversários deste último jogo e que saíram com o troféu máximo da competição também não pouparam elogios ao Bonsucesso/Montes Claros. O jogador Renato, do Cimed de Florianópolis, aposta que a energia e motivação da equipe do Norte de Minas fizeram toda a diferença. “Eles têm alegria na hora de decidir a partida, além do grande trunfo, Lorena, jogador que consegue levar a equipe adiante”. O oposto Lorena jogou por cinco anos no vôlei europeu, voltou ao Brasil para integrar a nova equipe e foi o sacador com melhor aproveitamento na Superliga. Mas também ficou conhecido pela garra, por um jeito de brigar em todas as partidas, cobrando da equipe não menos que o máximo. “Nossa equipe ficou conhecida por jogar com barulho”, define Lorena. Não menos importante, a cidade de 336 mil habitantes adotou sua equipe com todo o carinho e alegria que atletas esperam receber. O técnico do Bonsucesso/Montes Claros, Talmo Curto de Oliveira, diz que nunca viu coisa igual em toda sua carreira. “O vôlei pode ser uma ferramenta de transformação e estes atletas assumiram a responsabilidade perante seu público.” O time não levou o título da Superliga. No entanto, a medalha de prata logo no primeiro ano de vida da equipe foi suficiente para técnico e jogadores serem aclamados pela torcida com gritos de é campeão e time de guerreiros na volta pra casa. |