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LiteraturaNa cabeceira...Artistas, modelos, empresários, socialites: eles indicam suas preferências quando o assunto é aquele livro que não pode faltar embaixo do travesseiro
Texto: Silvânia Arriel | Fotos: Pedro Vilela
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Fernando Brant, compositorLivros de cabeceira: “Não, não tenho livros de cabeceira. Só o meu travesseiro. Quando deito, eu durmo. Mas esses livros me ensinaram e ainda me ensinam.” |
Aline Rezende, modeloLivro de cabeceira: Comer, Rezar e Amar (Elizabeth Gilbert) “Os que estão sempre lá são os da faculdade. Mas gosto do Comer, Rezar e Amar, a história contada por estes três verbos em várias regiões.” |
Lúcio Costa, empresárioLivros de cabeceira: A Vida e as Estranhas Aventuras de Robinson Crusoé (Daniel Defoe); Dom Quixote (Miguel de Cervantes) “Gosto muito dessas releituras. Quando a mente evolui, a gente observa pormenores que antes não percebia. O Robinson Crusoé, por exemplo, tem passagens interessantes que eu não me lembrava quando o havia lido na adolescência.” |
Narcisa Tamborindeguy, socialiteLivros de cabeceira: Poemas (Vinicius de Moraes); O Caminho da Tranquilidade (Dalai Lama); Você Pode Curar sua Vida (Loiuse L. Hay) “Eles me espiritualizam. Há frases a que sempre recorro. Coloca aí também o meu, o Ai que Loucura.” |
Vera Holtz, atrizLivros de cabeceira: Poesia Reunida (Adélia Prado); Vestígios (Affonso Romano de Sant’Anna) “A Adélia fala do parceiro e, subtendido, da mulher. O Afonso, ao contrário, fala da mulher e vem junto o homem. Acho muito interessante essa relação.” |
César Menotti, cantor sertanejoLivros de cabeceira: Muito Longe de Casa (Ismael Beach); A Cabana (William Young); Marley e Eu (John Grogan) “Leio mais de um livro por vez e varia muito. Mas estes estão sempre por perto. O que não muda nunca é a Bíblia.” |
Maria Antonieta Lisboa, poetaLivros de cabeceira: A Peste (Albert Camus); poesias de Carlos Drummond de Andrade, Afonso Romano de Sant’Anna e Manoel Bandeira; Dom Quixote (Miguel de Cervantes); Melhores Poemas (Luís de Camões) “A Peste e Dom Quixote me influenciaram no envolvimento com a literatura. Deram uma visão de mundo. Hoje há sempre poesias na minha cabeceira.” |