Você sabe quais são os seus talentos? Suas habilidades? E barreiras? Já traçou um plano de metas? Em muitos casos, ter a resposta para essas perguntas é o que basta para garantir uma mudança positiva no seu desempenho profissional e superar, por exemplo, frustrações com o trabalho. Contar com a ajuda de um especialista também. Nesse cenário, a figura do coach é cada vez mais requisitada, tanto por executivos (ou quem quer chegar lá) em busca de aperfeiçoamento ou transição de carreira quanto por empresas interessadas em obter melhores resultados da equipe de comando. Mas é importante avisar: não é outplacement (recolocação no mercado), não é consultoria, não é serviço de aconselhamento.
A expressão coaching refere-se a um processo definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente), em que o primeiro ajuda o segundo a estabelecer e realizar metas de curto, médio e longo prazos, por meio da identificação das potencialidades e da superação das fragilidades. “Nosso papel é, principalmente, o de estimular as pessoas a obterem melhores resultados durante os processos que levam ao desenvolvimento de suas competências pessoais e profissionais”, afirma a coach Jussara Duarte. Para ela, o bom coach é aquele que consegue instigar e provocar o querer de seu cliente. Às vezes, a pessoa passa a vida inteira numa profissão, num caminho, sem ter certeza se é aquilo mesmo o que quer fazer. “No processo de coaching ele descobre o que necessita desenvolver ou o que precisa tratar, incluindo barreiras emocionais que impedem seu desempenho profissional.”