A pessoa que o marcou foi o Zé do Pife, honrado com o prêmio cultural por preservar na capital federal uma tradição do Nordeste. “Ele ensinou um grupo de jovens a tocar o instrumento e hoje eles se apresentam por toda cidade. Zé do Pife prova que acreditar em um sonho é poder realizá-lo.”
O aventureiro conta que nas viagens anteriores transitou por culturas e idiomas diferentes com uma sensação de abandono no peito. Já rodar o Brasil traz mais segurança. “A cada quilômetro que percorro pela minha pátria, vejo suas belezas e seu povo e com isso, a cada dia, fico mais orgulhoso de ser brasileiro.”