Segunda, 21 de Maio de 2012
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Márcia Queirós

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 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

Elas vão à luta

No Rio de Janeiro, já viraram moda festas de Despedida de Casada, com direito a streaptease masculino. Em Belo Horizonte, a euforia das recém-separadas não chega a tanto, mas lojas de lingeries e brinquedinhos para esquentar o namoro começam se atentar para esse público. A Non Santa, por exemplo, casa multimarca de moda íntima e produtos para apimentar a relação, inaugura palestras para recém-separadas e viúvas. “Muitas mulheres voltam a namorar e não sabem como se comportar. Damos dicas de como trabalhar a sensualidade, vestir-se ou preparar um jantar para o parceiro”, diz a proprietária Juliana Fernandes Pereira (foto). O mundo da conquista, como se vê, exige empenho.
 
 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

DJ casamenteiro

O DJ Carlos Dee está com a agenda ocupada todas as noites de sábado até o final de 2010. Só ficará livre, caso o noivo ou a noiva desista do altar. O moço é um dos mais requisitados para animar festas de casamento em Belo Horizonte. Desde 2005, Dee já tocou em mais de 100 bodas. A fórmula, segundo ele, é conhecer o gosto musical do casal e sentir o clima dos convidados. “Quem faz a festa são os noivos. Dou apenas um empurrãozinho. Começo com músicas para os mais experientes na vida. Mais tarde, atendo os jovens. Aí vira balada”, revela Dee, o “santo Antônio” das pick ups.
 
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Talento na França

Depois de trabalhar com o chef Cantídio Lanna, em Belo Horizonte, Luiz Felipe Leão de Melo, 28, brilha na França. A ideia era passar um ano em Paris em 2006, para estudar na Academia de Cozinha Francesa, mas o talento o prendeu por lá. Após concluir o curso, o rapaz foi aprovado na concorrida Escola Superior de Cozinha Francesa Gregoire Ferrandi. Hoje é dos poucos brasileiros a passar pela instituição. Luiz Felipe, que já fez estágios em restaurantes estrelados pelo Michelin, termina o curso em 2010. Mas os franceses, pelo jeito, não o deixarão regressar tão logo. “Ao terminar o último trabalho, o chef da casa disse: fica”, conta. Os mineiros, na certa, desejam que volte.
 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Foco em gente

O que existe de comum entre uma companhia de aviação e uma marca de roupas femininas? À primeira vista, nada. Mas, para o presidente executivo da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Pedro Janot, há convergências. “Existem diferenças de mercado, mas ambas lidam com gente. A integração com o cliente deve ser rápida”, diz Janot, com experiência de sobra no assunto. Antes de assumir a presidência da Azul, em julho de 2008, ele atuou nas empresas de varejo Richards, Zara e Pão de Açúcar. Carioca, 50 anos, ele constrói carreira focada no cliente. Na Azul, que entrou em operação em Minas, em agosto, escolhe um voo aleatoriamente e viaja com os clientes para saber se o serviço anda bem.
 
 | Por: Marcos Rosa
Marcos Rosa

Túnel do Tempo - O retorno de Charlie Brown

O amigo Charlie Brown está de volta. Chegam às lojas em outubro o primeiro DVD e novo CD do cantor e compositor Benito di Paula, que passou 13 anos sem lançar um trabalho fonográfico. Com longos cabelos cacheados, Benito marcou a MPB nos anos de 1970 com os versos Ê, meu amigo Charlie Brown/Ê, meu amigo Charlie Brown/ Se você quiser, vou lhe mostrar..., além de Retalhos de Cetim (Mas chegou o Carnaval/E ela não desfilou/Eu chorei na avenida, eu chorei/ Não pensei que mentia a cabrocha que eu tanto amei). O show de gravação do novo  DVD lotou a casa de espetáculos Vivo Rio, no Rio de Janeiro, em julho. Perguntado sobre o que fazia nos últimos anos, Benito diz que não deixou os shows no Brasil e exterior.  “Muita gente pensava que havia encerrado a carreira, mas continuo trabalhando, só não aparecia na TV, que me colocou na geladeira esses anos. Como os brasileiros veem muita televisão, pensavam que havia parado”, diz Benito, cujo filho, o músico Rodrigo Vellozo, revelação da MPB, participa do seu novo trabalho. Aos 67 anos, com a mesma alegria e irreverência, ele diz que pouca coisa mudou, a não ser os cabelos, que perderam os cachos. “Uso tintura, não tenho vergonha de falar, e acho que ficaram lisos por causa da química”, brinca o fluminense Benito, dizendo ter boas recordações de Minas, para onde viajava de trem na infância com o pai, que era maquinista, e não se esquece das apresentações que fez no Palácio das Artes. 
 
 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

Elza em Minas

Filha e neta de mineiros, a cantora carioca Elza Soares, curtiu três dias de contato com as montanhas no espaço Bodocó, em Betim, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Conhecida pelas belas formas, aos 73 anos, Elza não teve tempo de malhar, mas as gravações do filme sobre sua vida no local serviram para se exercitar. No almoço, saboreou  frango ao molho pardo, matando saudade dos temperos da avó, que era de Montes Claros. Junto, estava o namorado Bruno Lucide, 27 anos, cinegrafista, produtor cultural e empresário da cantora, que é mineiro.
 
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Confusão ambiental

Ninguém entende mais nada na área ambiental. O empreendedor vai ao órgão responsável, licencia o projeto, mas depois é obrigado a paralisar tudo, pois os órgãos e o Ministério Público não falam a mesma língua. É o que  acontece no Projeto Minas-Rio, que liga a mina de ferro de Conceição do Mato Dentro ao porto do Açu, no Rio de Janeiro, através de minerioduto. O Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública solicitando a paralisação das obras, até que o Ibama novamente licencie o empreendimento. Alegam que nem Minas nem o Rio têm competência para tal licenciamento. Se a moda pega, vai faltar gente nas horas extras do Ibama para re-licenciar quase todos os empreendimentos de grande porte no Rio e Minas.
 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Missão de liderança

Tão logo assumiu a direção regional da Claro, no último mês, o executivo Ricardo César de Oliveira, 44 anos, começou a colocar em prática a missão de conduzir a empresa à liderança em participação de mercado em Minas. “Todos os projetos, ações e estratégias que estamos desenvolvendo têm esse foco. A trajetória da operadora mostra que a liderança será inevitável. Exemplo disso é o fato de já termos a maior cobertura 3G e a segunda maior cobertura geral do estado, com apenas três anos de atuação”, assegura. O executivo assumiu a direção da Claro em Minas no lugar de Cristiana Kumaira, que deixou a operadora para desenvolver projetos pessoais. Ricardo César tem larga experiência no mercado de telefonia móvel, com passagens pela Vivo, TIM, Telemig Celular e BenQ Móbile, além da Fiat Automóveis.

Ricardo por Ricardo
Maior qualidade: Foco em rentabilidade e flexibilidade
Maior defeito: Escutar pouco
Livro de cabeceira: César, o Imperador
Filme inesquecível: De volta ao Passado
Hora do relax: Ficar com meus filhos
Maior paixão: Minha esposa
Esporte preferido: Natação
Formação: É graduado em administração de empresas, pós-graduado em marketing pela Fundação Getúlio Vargas e especialista em gestão financeira pelo Ibmec Business School

 

Zoombidos

- Aos 82 anos, o pintor Petrônio Bax, ex-aluno do mestre Guignard, celebra mais uma conquista. Uma de suas obras foi escolhida para ilustrar os fôlderes e banners de encontro em Divinópolis, de 13 a 20 de setembro, em homenagem aos 800 anos da Ordem Franciscana. Para Bax, cujos trabalhos remetem à religiosidade, a escolha é mais que especial. Seu pai, o engenheiro e arquiteto Pedro Bax, que projetou importantes edificações em Minas, era franciscano.

- A comida japonesa caiu mesmo no gosto dos mineiros. O Porcão BH, além de acrescentar ao cardápio novos tipos de carne, introduziu no bufê dez novos pratos da culinária nipônica. “Investimos na cozinha oriental, porque percebemos aumento de 40% no consumo desse tipo de comida no rodízio”, diz Ronaldo Serpa, gerente-geral do Porcão BH.

- Enquanto o cantor Roberto Carlos comemora os 50 anos de carreira, o historiador Paulo César Araújo, autor do livro Roberto Carlos em Detalhes, sobre a vida do Rei, jamais perde esperança de que a obra proibida judicialmente de circular, após processo do cantor,  seja liberada. “Recorremos ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, da decisão dos tribunais do Rio, onde perdemos por dois votos a um. Um voto favorável já é um avanço para que consiga uma vitória em instância superior”, afirma o historiador.

 
 | Por: Adriano Machado
Adriano Machado

Brasil em Paris

A arte das artesãs brasileiras é atração na Paris ­, uma das maiores feiras de moda do mundo, que acontece na capital francesa de 4 a 7 de setembro. A participação é fruto do Projeto Talentos do Brasil, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, coordenado pela mineira Patrícia Guimarães (foto). Em espaço de 30 metros quadrados, o Brasil mostrará trabalhos das agriculturas artesãs feitos com produtos como couro de peixe, juta, sementes e palha de buriti. De Minas, vão os bordados de Carneirinho, do Triângulo Mineiro. Os estilistas Ronaldo Fraga, Renato Loureiro e Tereza Santos, que participam do projeto, também integram a comitiva.
 
 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

De pai para filho

Presidente da Associação Mineira de Silvicultura (AMS), o advogado Bernardo Vasconcellos, 34 anos, comemora os resultados do projeto de fomento ambiental para estímulo à produção de eucalipto entre pequenos produtores. De 33 mil hectares em 2005, a área de plantio passou para 66,7 mil hectares em 2007. Filho do veterano deputado federal José Santana Vasconcellos, ele segue os passos do pai, que cumpre o décimo mandato parlamentar e dá adeus à política. Em 2010, o filho sairá candidato a deputado federal pelo PR, mesmo partido do pai. Na bagagem, além da experiência política paterna, leva a luta pelo desenvolvimento sustentável.
 
 | Por: Marcos Rosa
Marcos Rosa

Bate-papo - Ele cuida do coração do presidente

Ele é conhecido como o médico de ilustres.  Um dos mais renomados profissionais do país, Roberto Kalil Filho é o cardiologista do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da primeira-dama Marisa Letícia e filhos. Também cuida do coração da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e de políticos de legendas distintas. O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e o deputado Paulo Maluf (PP-SP) frequentam o consultório de Kalil. Na sua festa de aniversário de 50 anos, em São Paulo, todos estavam lá, mas de política Kalil não entende nem quer saber. Doutor em cardiologia, é um apaixonado pela profissão e workaholic assumido. Confira a seguir:

Como é cuidar do coração de um comandante do país?
Sou médico do presidente Lula há 17 anos. É uma honra. Lula foi indicado por um paciente meu e ami­go dele. O médico precisa ter a mes­ma responsabilidade, tratar igual todos os pacientes, independentemente de ser rico ou pobre, famoso ou não. Mas a responsabilidade de cuidar do presidente é grande devido à exposição.

Lula é um paciente dedicado?
Sim. Ele faz avaliação periódica, desde a época em que não era presidente da República. Faz exercícios físicos direitinho, caminhadas e cuida da alimentação.

No ano passado, o senhor recebeu do presidente a medalha Os­valdo Cruz, concedida a persona­lidades referência nacional na área de Saúde Pú­blica. Qual sua opinião sobre o SUS?
Primeiro foi uma grande honra receber a homenagem do presidente Lula. Ele fez questão de vir à Faculdade de Medicina da USP, onde leciono, me entregar a medalha. Quanto ao SUS, é um grande projeto, mas falta dinheiro.

Acredita que a regulamentação da Emenda Constitucional 29, em discussão no Congresso, possa trazer mais recursos para a saúde?
Na verdade, entendo de medicina, não entendo nada de política nem de Emenda 29. Sei que se o projeto trouxer dinheiro vou saber. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, é um excelente gestor, mas faltam recursos.

Como é o seu dia-a-dia?
Acordo às sete da manhã e vou dormir por volta da meia-noite e meia. Hoje estou chegando cedo em casa porque as minhas filhas estão acordadas (eram 22h30, quando ele falou à coluna por telefone). De segunda a sexta-feira, divido meu tempo entre diversas atividades. Sou professor da Faculdade de Medicina da Uni­versidade de São Paulo (USP), médico do Incor e do Hospital Sírio-Libanês. Aos finais de semana, não vou ao consultório, mas visito pacientes no hospital.
 
Com essa rotina, dá pra fazer exercícios físicos?
Preciso me regrar, arranjar mais tempo. Mas a gente arruma.

Quais os conselhos que dá aos brasileiros para terem  uma vida saudável, evitando doenças cardíacas?
É simples. Investir na prevenção, porque depois de doente é mais complicado. Recomendo fazer exercícios, não fumar, manter a pressão baixa. O segredo é prevenir.

 
 
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