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Plenário
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Wellington Pedro/Imprensa MG |
Janela Indiscreta
Setores do PMDB aplaudem a iniciativa do governo de tentar abrir uma janela – um prazo para que políticos possam trocar de partidos – na lei eleitoral. Acham que, com a facilidade, Aécio Neves pode se candidatar em 2010 à presidência da República pelo partido do avô, Tancredo Neves. Mas o senador Eduardo Azeredo (PSDB/MG) garante: “Aécio não sai do PSDB.”
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Desconfiança
O PSDB anunciou que, para 2010, vai fazer uma prévia e escolher entre os governadores, Aécio Neves, de Minas, e José Serra, de São Paulo. A notícia foi recebida com desconfiança até no ninho tucano. “A prévia seria saudável, mas o partido não tem essa tradição”, diz o deputado Rafael Guerra (MG).
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À la Obama
A intenção dos tucanos é que os pré-candidatos ocupem mais espaço na mídia nacional. Como aconteceu nos Estados Unidos. Desde que entrou na disputa com Hillary Cinton para ser o candidato do Partido Democrata à presidência dos EUA, Barack Obama não deixou mais o noticiário.
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Cota
A bancada de deputados negros da Câmara não se conforma com a ausência de representante afrodescendente na comitiva parlamentar que foi aos Estados Unidos acompanhar o pleito presidencial que elegeu Barack Obama. Levou a reclamação ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT/SP). A Frente Parlamentar pela Igualdade Racial já avisou que vai brigar para ir à posse de Obama, dia 20 de janeiro.
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Valter Campanato/ABr |
Na tela
Também no PT querem que a candidata Dilma Rousseff apareça mais, mesmo para falar de problemas do governo. Por isso, ela não recusa mais convites para estar no foco. No dia 26 de novembro, no Congresso Nacional, vai dar explicações sobre a crise financeira internacional e o Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC.
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Subiu no telhado
No Senado, corre risco a intenção do Brasil de eleger seus primeiros representantes no Parlamento do Mercosul, o Parlasul, já nas eleições de 2010. É que ainda não foi definido o número de parlamentares que cada país membro vai ter. O Brasil precisa desta definição até o final do ano. Isso para dar tempo de fazer algumas mudanças na lei eleitoral, como por exemplo, incluir os nomes dos candidatos ao parlamento nas urnas eletrônicas.
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Resistência
Uruguai e Paraguai temem que Brasil, pelo tamanho da população, tenha maioria no Parlasul. Mas os representantes brasileiros no parlamento, como o senador Aloizio Mercadante (PT/SP), defendem que o Brasil tenha um número maior de parlamentares, é claro, mas no máximo 43% do parlamento. É preciso chegar a um acordo até 18 de dezembro, data da última reunião do parlamento deste ano.
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José Cruz/ABr |
Reformas
Afastado da Câmara por um bom tempo, por problemas de saúde, o deputado e estilista Clodovil Hernandez (PR/SP) reestreou na tribuna com um longo discurso. Primeiro falou da crise mundial e propôs a redução no número de parlamentares. Para ecomomizar. Depois relatou a “reforma luxuosa” que “pagou do próprio bolso” no apartamento funcional para onde está se mudando, na capital. “Eu derrubei o apartamento inteiro por dentro e por fora, porque eu não gosto de coisa feia, não gosto de coisa ordinária”.
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Plim-plim
Na Câmara, a Comissão de Ciência e Tecnologia analisa o polêmico projeto de renovação das concessões de canais de televisão, como da Globo, Record e Band. A matéria está na pauta da comissão do próximo dia 27. O Fórum Nacional de Comunicação sugere que toda renovação de concessão seja precedida de uma audiência pública, com representantes de várias entidades e da sociedade civil. A briga promete.
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Papai Noel
Lembrou na Câmara a morte de Papai Noel o deputado José Santana de Vasconcelos (PR/MG). Ele se referia, na verdade, ao falecimento de Ubaldino Guimarães, que foi durante muitos anos o Papai Noel oficial em Belo Horizonte. “Por mais de 40 anos, ele fez com que as crianças acreditassem que os presentes realmente vinham de longe, no trenó puxado por incansáveis renas e pilotado pelo velhinho de roupas vermelhas e barbas brancas”, disse Santana.
“O instrumento principal da política é a conversa. Vamos exercitá-la à exaustão para ver se adequamos os desejos de cada um aos propósitos do governo”
(Do Ministro de Relações Institucionais, José Múcio, sobre os entendimentos do governo com o PMDB para escolher os candidatos às presidências da Câmara e do Senado)
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