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ModaNó, que elegânciaApesar do clima tropical e da informalidade em alta, a gravata é peça do guarda-roupa masculino que nunca sai de moda
Texto: Luciana Avelino | Fotos: André Luppi
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Fato curioso é tomar conhecimento de que a história da gravata – com procedências atribuídas tanto aos chineses como aos gregos e romanos –, contabiliza mais de 60 tipos de nós. E, é, justamente o tipo de nós ou laços que hoje fazem a diferença no visual da peça, já que estão em vigor apenas três modelos: a gravata tradicional (8 cm de largura), a moderna (com 6,5 cm de largura) e a borboleta. Para sorte do homem contemporâneo, apenas quatro tipos de nós são atualmente usados. Four-in-hand ou simples (para todos tipos de colarinho e modelo), semi-windsor ou duplo (para colarinho mais aberto e modelos de tecido leve), windsor ou triplo (para colarinho bem aberto e modelos de tecido pesado) e borboleta (para colarinho próprio). Em termos de qualidade, Salvador Ohana, comprador internacional assíduo, considera as de seda italianas hors-concours, apesar da atual concorrência do mercado chinês. Enquanto a seda pura é a matéria-prima mais cotada, o poliéster é considerado mais simples, de melhor custo-benefício. |
Para não cometerem rusgas com a etiqueta, os homens devem evitar certas situações. Gloria Kaili inclui no rol de gafes, gravatas com cores berrantes, metalizadas, com brocados, modelos que ultrapassam a fivela do cinto, gravatas desafogadas para fazer gênero, combinando com lencinho no bolso do paletó, as muito largas e de delírios criativos. O uso do prendedor é opcional. Deve ficar 20 cm acima da ponta da gravata. Preferências e moda à parte, Ricardo Almeida conclui que o mais importante é que a gravata esteja em sintonia com o restante da roupa. “E também, que a pessoa se sinta bem à vontade com a combinação eleita.”
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