Os aparelhos de TV rejuvenescem a olhos rápidos. Nos últimos anos, afinaram a silhueta ao se livrarem dos volumosos tubos de raios catódicos, aperfeiçoaram a imagem, adquiriram novas funções, aderiram à onda ecológica e à internet. Difícil acompanhar tanta metamorfose, ficar alheio e não ter vontade de levá-las para casa. São tantas opções, evoluções, cenas perfeitas que deixam desnorteadas quem vai adquiri-las. Como escolher? Especialistas recomendam que elas devem ter, no básico, resolução de 1.920 por 1.080, conversor digital, saída de USB, som de qualidade e baixo consumo de energia. “Há TVs lá fora com sensor inteligente que ficam em standy by ou desligam-se sozinhas quando as pessoas saem da sala”, diz Ivair Rodrigues, diretor de pesquisas da IT Data, empresa de estudos de mercado.
O que passar disto, é perfeccionismo dos aparelhos ou exigência dos consumidores. “Há pessoas que querem TV com 42 polegadas ou mais e moram em apartamentos pequenos”, lembra Rodrigues. O ideal é haver distância de 3,5 metros de quem assiste e o aparelho. Pois é, tamanho não se traduz em o melhor. “É preciso ver a necessidade do consumidor.” Ele é quem tem a cada dia o controle de tudo. Os televisores já congelam a imagem a simples toque do seu dono, gravam os programas prediletos em alta definição, ajustam-se à luminosidade do ambiente.
Não é só, essa revolução apenas começou. Novidades virão neste ritmo evolutivo de transmissão. São ajustes de imagens, som perfeito que aposenta o home theater, interatividade, convergência, acesso à internet, sem computador ou laptop. À mão ou à vista em 360 graus, por todos os lados está ela, esguia. Mas enquanto não chegam ao mercado brasileiro, a revista Viver Brasil pesquisou quatro aparelhos que suprem as necessidades tecnológicas dos leitores.