Dos 17 aos 20 anos, o pregão abria o dia de Rodrigo Ferraz. Chegava à corretora às 9h30, mas não tinha hora para sair, absorvido pelo sobe-e-desce da bolsa. A experiência deixou um ensinamento: saber perder e ganhar. Se bem que a atual carreira de empresário da gastronomia de Rodrigo é pontuada apenas por vitórias.