Segunda, 21 de Maio de 2012
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Zoom

Márcia Queirós

Opiniões ou sugestões sobre a coluna?
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 | Por: Fernando Fiuza
Fernando Fiuza

Novo rebento

Formado pelas irmãs Flávia, Marina e Lúcia Ferraz, o trio Amaranto começa 2009 com boas novas. No final de janeiro, as meninas lançam pelo selo Tratori o CD Três Estações, em que homenageiam o cantor e compositor baiano Dorival Caymmi. O trabalho, fruto de show gravado ao vivo em Belo Horizonte, conta com participação de Geraldo Viana, responsável pelos arranjos, e Fernando Brant, autor das composições que intercalam com as canções de Caymmi. Outras novidades são o nascimento do segundo filho de Flávia, em abril, e o lançamento do primeiro DVD do trio. As moças, como se vê, não param, mas, com a chegada do bebê, as turnês devem dar uma trégua.
 
 | Por:

Aves e aviões

O projeto de um novo aeroporto no Vale do Aço opõe am­bientalistas e siderurgia. O empreendimento, para uso da comunidade em vôos comerciais, será construído pela Usiminas em Bom Jesus do Galho e vai substituir o atual, que dará lugar à nova usina da empresa. A polêmica gira em torno da proximidade do empreendimento com o Parque Estadual do Rio Doce. De um lado, os ambientalistas alegam que as rotas de vôo poderiam estressar a fauna da região. Do outro, a Usiminas garante que os aviões vão sobrevoar metade da área que percorrem hoje e em altitude maior. Dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) revelam que a média de acidentes com aves em aeroportos próximos a áreas florestais é 1,5 ocorrência a cada 10 mil vôos. A Usiminas diz, ainda, que vai transformar a região em zona de desenvolvimento sustentável. A julgar pelas ações ambientais da empresa em Ipatinga e iniciativas de recuperação da Cosipa, em Cubatão (SP), tudo indica que sim. É esperar para conferir.
 
 | Por: Divulgação
Divulgação

A cozinheira e o guloso

Acaba de chegar às livrarias o livro A Cozinheira e o Guloso: conversas de comer e receitas de fazer. Lançado pela editora Bei, a obra traz receitas da cozinheira Mazzô França Pinto e texto do jornalista Thomaz Souto Corrêa (foto), com imagens clicadas pelo suíço Andreas Heiniger. Nascida em Minas e radicada em São Paulo, Mazzô brinda os leitores com mais de 80 receitas, como arroz de suã, cuscuz marroquino, pernil de vitela e, claro, as  quitandas mineiras. Tudo recheado com textos cheios de humor e elegância do paulista Thomaz Souto Corrêa, jornalista há 50 anos, que se dedica também a obras sobre gastronomia.

 
 | Por: Daniel de Cerqueira
Daniel de Cerqueira

Uma mordida só

Surgidas nos restaurantes franceses para degustação antes do jantar, as pequenas porções, chamadas de finger food, caíram no gosto dos belo-horizontinos e devem virar febre nos coquetéis deste fim de ano. A novidade foi trazida ano passado pela banqueteira Patrícia Soutto Mayor (foto), após viagem a França e África do Sul, onde conheceu os petits. Do exato tamanho de uma mordida, a porção é para se comer com único bocado, algumas sem necessidade de garfo e faca. São musses, sanduíches, tartelettes, waffles em miniaturas. Patrícia se incumbiu de dar pinceladas da gastronomia brasileira. Tem até escondidinho de carne serenada e bobó de camarão servidos em minitigelinhas.

 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Bate-papo: Com Mirian Goldenberg

Coroas, e por que não felizes?

Coroas, termo capaz de causar ojeriza em milhões de brasileiras, é o título do novo livro da antropóloga carioca Mirian Goldenberg. Há mais de 20 anos pesquisando o comportamento feminino e autora de obras que abordam a temática, como Infiel e Toda Mulher é Meio Leila Diniz, Mirian conversou com a coluna Zoom sobre corpo, envelhecimento, casamento e  infidelidade.

Na obra, você afirma que no Brasil o corpo é um capital, por quê?
O antropólogo Gilberto Freyre, no clássico Casa Grande & Senzala, analisou a importância do corpo desde o início da colonização brasileira: o corpo nu das índias e o corpo belo e forte da negra escrava, desejados e usufruídos pelo hipersexualizado colonizador português. Para Gilberto Freyre, o corpo foi um elemento fundamental na construção da identidade brasileira. A representação do Brasil como paraíso tropical e sexual, presente na visão dos estrangeiros e dos próprios brasileiros, se mantém até os dias de hoje.

Como nasceu a idéia do livro Coroas?
Em 1998, iniciei uma pesquisa com homens e mulheres sobre casamento, sexualidade e infidelidade. O que mais me chamou a atenção foi a presença significativa da categoria \"o corpo\" nas respostas. Por exemplo, ao perguntar às mulheres: o que você mais inveja em uma mulher?  Elas responderam: a beleza e o corpo. Daí quis compreender o que significa envelhecer na cultura em que o corpo \"tem essa centralidade, em que o corpo é um capital\".

A aceitação do envelhecimento pelas brasileiras é diferente?
Totalmente. As alemãs, por exemplo, vivem com muito mais facilidade o envelhecimento, pois valorizam suas conquistas, realizações, poder, personalidade, inteligência. Já as brasileiras falam de falta de homem e decadência do corpo quando envelhecem.

De que maneira você aborda a questão da infidelidade?
Os homens se justificam por terem uma \"natureza\", uma \"essência\" propensa à infidelidade. Já as mulheres responsabilizam seus maridos ou namorados por elas serem infiéis. Ou seja, no discurso dos pesquisados, a culpa da traição é sempre do homem: seja por sua natureza incontrolável, seja por seus inúmeros defeitos no que diz respeito ao relacionamento. E ele é o único que se percebe como sujeito da traição. Enquanto a mulher, mesmo quando trai, continua se percebendo como uma vítima.

De que precisam as mulheres para envelhecerem felizes?
Valorizar a liberdade, as realizações profissionais e pessoais, os amigos e parar de se preocuparem tanto com o corpo, a juventude e a sexualidade.

 
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A beca pela música

Aos 26 anos, Rodrigo Aquino lança com show no Teatro Dom Silvério, no dia 11 de dezembro, seu primeiro CD, O que você tem a dizer?. O disco traz sete composições do músico, que também é escritor e poeta, com ritmos que vão do samba de raiz ao rock. “É um liqüificador”, resume Rodrigo, lembrando que o gosto pelas letras e a música surgiu muito cedo em casa. “Dizem que comigo ainda na barriga, minha mãe sentava-se frente à caixa de som para que eu pudesse ouvir o melhor da MPB”, conta o rapaz. Formado em direito, ele prefere investir agora no caminho da música, enquanto a carreira como advogado fica como plano B. O show de lançamento será a partir das 21 horas.

 
 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

Arte com agulhas

Em vez de pinceladas, linhas e agulhas. Foi assim que a artista plástica paranaense Gri Alves entrou para o RankBrasil, a versão nacional do livro dos recordes. Nascida numa tradicional família de italianos, ela aprendeu a bordar e tecer na infância. Adulta, vivendo em Belo Horizonte, decidiu há dois anos retratar com bordado as obras do arquiteto Oscar Niemeyer em ponto de cruz, rendendo uma exposição na Casa do Baile. Agora, a releitura de dez telas de grandes nomes da pintura, como Renoir e Picasso, lhe garantiu menção no RankBrasil. Em apenas uma tela, ela usou 43 cores de linhas e fez 35.424 pontos. Uma peça chega a consumir mais de um mês de trabalho.

 
 | Por:

Aécio na presidência

Não há  dúvidas de que o governador de São Paulo, José Serra, não pensa em outra coisa: ser presidente da Républica. Só que vai encontrar pela frente o governador de Minas, Aécio Neves – que tem sido procurado pelos tucanos de todo o país, até mesmo de São Paulo – para entrar no páreo. Figuras de proa do PSDB garantem que se Aécio resolver encarar o desafio ninguém duvida de que será o sucessor do presidente Lula em 2010. Só que o tempo está passando.

 

Trabalho político

Em rodas mais íntimas, o governador de Minas, Aécio Neves, não poupa elogios ao trabalho do seu secretário de governo Danilo de Castro, que cuida de toda articulação política do governo mineiro. Danilo é daqueles políticos que mantêm suas bases eleitorais e, mesmo não tendo se candidatado à reeleiçao à Câmara Federal, praticamente está todo fim de semana em alguma base política. Aliás, é um nome que tem sido muito lembrado para a sucessão do governador Aécio Neves.
 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Consenso na Assembléia

A reeleição do deputado Alberto Pinto Coelho (foto) para a presidência da Assembléia Legislativa de Minas foi fruto de um trabalho profícuo na base da harmonia, gerando satisfação entre os parlamentares e o funcionalismo da Casa. Trabalho feito ao lado do 1º secretário, deputado Diniz Pinheiro, que foi o mais votado de Minas pelo PSDB. Alberto também, pelo seu trabalho, teve o reconhecimento dos colegas de todo país ao ser escolhido para presidir o Colegiado de Presidentes de Assembléia. Além do mais, o nome de Alberto já começa a ser falado para compor chapa nas eleições majoritárias de 2010.

 
 | Por: Roosewelt Pinheiro/ABr
Roosewelt Pinheiro/ABr

Lacerda sabe ouvir

Na classe política o que se tem ouvido é que o prefeito eleito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, mesmo não sendo do ramo, tem se saído melhor do que a encomenda. A grande virtude de Lacerda é ouvir aqueles que têm mais experiência política. Na escolha dos seus auxiliares – à exceção daqueles da sua estrita confiança – tem ouvido os líderes dos partidos que apoiaram a sua eleição. E sempre se refere aos seus padrinhos, Aécio Neves e Fernando Pimentel.

 
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Arquitetura otimista

Apesar da crise financeira internacional, que tem adiado projetos do setor da construção, a arquiteta mineira Flávia Frauches está otimista em relação a  2009. “Acho que a época é para refletir, cortar excessos, analisar os erros e reinventar. No fim, mesmo com muita luta, todos saem fortalecidos”, diz ela, que não tem do que se queixar de 2008. Uma das apostas da profissional foram os projetos para escritório de advocacia. Atualmente, ela se dedica a quatro em BH e um em São Paulo. E acaba de finalizar na capital mineira o projeto do escritório Barbosa, Mussnich & Aragão, um dos mais renomados do país, que mantém sede no Rio de Janeiro e filiais em Brasília e São Paulo.

 
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Túnel do Tempo: Ele é o bom

Seis meses após a morte da eterna companheira Silvinha, com quem viveu 38 anos, o cantor e compositor Eduardo Araújo, autor da famosa canção O bom, sucesso nas paradas na década de 1960 e eternizada no cancioneiro popular brasileiro, leva adiante a rica carreira musical. “Bate muita saudade da Silvinha, mas continuo nossa missão”, revela.  Morando em São Paulo, ele compõe, faz shows e anuncia o lançamento de DVD, com a participação de Renato Teixeira, Almir Sater e Sérgio Reis. Em 2009, deve estrear programa de TV, voltado para temas do mundo rural, uma de suas paixões.  Nascido na Fazenda Aliança, no Norte de Minas, Eduardo passou a juventude em Belo Horizonte, onde iniciou a carreira, no final dos anos 50, como primeiro cantor de rock das Gerais. Em meados da década de 1960, passou a fazer parte do movimento da Jovem Guarda, quando estourou com a canção O Bom. Na época, levou ao ar na extinta TV Excelsior programa com a mulher Silvinha. Mas Araújo não gosta de ser lembrado apenas como um dos ícones da Jovem Guarda. “Gravei o primeiro disco de soul music do país, produzido pelo Tim Maia, nos anos 70”, recorda Araújo, que, aos 66 anos, se dedica à country music.
 
 | Por: Divulgação
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Detector de drogas

Em tempos de lei seca e cam­pa­nhas de conscientização con­­­tra o uso de drogas, um novo equi­pa­mento pode ajudar a reduzir o número de acidentes nas estra­das. Não se trata de bafômetro, mas um aparelho por­tátil ca­paz de fa­zer testes para ve­rificar o con­su­mo de diferentes tipos de drogas em um exa­me. Apresen­tado pe­la Philips e a Con­ca­teno, uma das prin­cipais empresas eu­ropéias para teste do consumo de drogas, o equi­pamento detecta cin­co grupos dife­rentes de entor­pe­centes – incluindo cocaína, heroína e ma­conha – a partir de apenas uma amostra de saliva, em menos de 90 segundos. Os sistemas de testes atuais levam até cinco vezes mais tempo e apon­tam apenas um grupo de droga de cada vez. O novo aparelho será en­tregue a clientes selecionados no segundo semestre de 2009. Com certeza, poderá facilitar em muito o trabalho da polícia.
 
 | Por: Divulgação
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Gosto pelo branco

Para não perder o costume de que cada artista tem suas exigências, a cantora Madonna, que se apresenta neste mês em São Paulo e Rio, já mandou dizer que, nos hotéis onde se hospedará e nos locais onde se apresentará, os banheiros devem ser brancos, branquíssimos. E os tampos dos vasos sanitários bran­cos, sem terem sido usados. Ela avisa que leva com ela os tampos, pois não quer que amanhã usem como souvenirs ou até mesmo pe­ça para leilão. Nenhuma pre­ten­são...
 
 
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