Sexta, 18 de Maio de 2012
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Márcia Queirós

Opiniões ou sugestões sobre a coluna?
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 | Por: Nélio Rodrigues
Nélio Rodrigues

Gosto do sucesso

Aos 26 anos, a atriz, dramaturga e bailarina Lívia Gaudencio começa a sentir o gostinho da fama. Integrante do elenco da peça Mulheres de Hollanda, em cartaz no Teatro da Cidade, sucesso de bilheteria na Campanha de Popularização de Teatro e Dança, Lívia diz que vem sendo reconhecida nas ruas pelo trabalho no palco. “Pessoas mais velhas e mais novas que assistem à peça me abordam. É muito legal ver a plateia lotada em Belo Horizonte, onde não se tem o hábito de ir ao teatro.” Difícil é passar despercebido da atriz. É ela quem encena o monólogo de abertura da peça recitando versos da canção Tango de Nancy, de Chico Buarque. Formada em artes cênicas pela UFMG, com especialização em performance e atuação para cinema e TV em Nova Iorque, Lívia estreia em abril como dramaturga, com a peça infantil A Fantástica Floresta. Ela ensaia também para iniciar a carreira no cinema assinando a direção do filme Minha Sophia, que participa de vários festivais. Como se vê, a mineira tem tudo para ir longe...
 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Fiéis companheiros

Hóspede vip do Ouro Minas Palace Hotel, a cantora canadense Alanis Morissette não havia feito nenhuma solicitação ultraesdrúxula à la celebridades ao cinco estrelas mineiro até o fechamento desta edição. Isso, é claro, se não for levado em conta o pedido de uma suíte executiva superior (exatamente igual à que Alanis ficou por dois dias) única exclusivamente para dois hóspedes ilustres: seus fiéis amigos cães. Fora o mimo aos companheiros, a cantora exigiu dieta especial devido a uma restrição alimentar. Toda a demanda, que ainda incluiu a hospedagem da equipe de 30 pessoas, rendeu em função do único show da canadense na capital mineira, no Chevrolet Hall, no último dia 5. 
 
 | Por: Daniel de Cerqueira
Daniel de Cerqueira

Em ritmo de Carnaval

Carioca radicado em Belo Horizonte, o maquiador Phlavio Carvalho, 44 anos, está em ritmo de carnaval já há algum tempo. Ele elabora há quase um mês a maquiagem dos foliões que vão integrar a comissão de frente da União da Ilha do Governador, escola de samba do Rio de Janeiro, que neste ano terá como tema as viagens. O trabalho, segundo ele, exige elaboração de croquis, testes no barracão e experimentos para que as pinturas faciais saiam de acordo com itens como fantasia e samba enredo.  “A comissão de frente é o cartão de visita da escola. Maquiagem borrada pode tirar pontos”, diz Phlavio, que desde 1998 é requisitado por escolas do Rio para a tarefa. Mesmo vivendo em Minas há cinco anos, ele não abre mão do trabalho na folia carioca, sua outra paixão. Para quem quiser cair no samba, Phlavio dá sugestão de maquiagem inspirada na Índia. Confira:

Material necessário
- Pó facial no tom da pele
- Sombra dourada
- Lápis preto
- Rímel preto water-proof
- Lantejoulas pequenas de ouro
- Cola para cílios
- Batom vermelho ou laranja
Glitter ouro e bronze

Passo a passo
1 - Passe o pó facial em todo rosto
2 - Passe a sombra dourada em toda pálpebra
3 - Contorne bem os olhos dentro e fora
4 - Cole as lantejoulas seguindo a linha da sobrancelha com a cola de cílios
5 - Passe o batom
6 - Misture partes iguais de glitter ouro com bronze e passe em todo rosto
com pincel

 
 | Por: Arte: Paulo Werner
Arte: Paulo Werner

Negócio das Índias

A novela global Caminho das Índias bem poderia ter seu nome mudado para Negócio das Índias, tamanha a magnitude dos números que envolvem o folhetim. A começar pelo protagonista Márcio Garcia que voltou ao plimplim após oferta salarial de 180 mil reais mensais, cem mil a mais do que recebia na TV Record. Outro valor que deixaria qualquer xeique árabe impressionado é o custo de cada capítulo da novela: cerca de 500 mil reais, como declarou recentemente o ator Osmar Prado. E as trilhas sonoras indianas? A Rede Globo desembolsa 15 mil dólares pelos direitos autorais de cada uma das melodias. Nada que assuste a cúpula global até porque a novela já está vendida para 12 países. Um negócio da China, ou melhor, das Índias. 
 
 | Por: Pedro Vilela
Pedro Vilela

Embaixadora da moda - Bate-papo com Natalie Oliffson

No ano do Brasil na França, a belo-ho­rizontina Natalie Oliffson está cheia de projetos. Motivos não faltam. Filha de franceses, apaixonada pela cultura brasileira e do país europeu, ela realiza desde 2007 o Fashion Trip Paris, projeto de capacitação para empresários, estudantes e profissionais que atuam no setor de moda.
A programação começa com workshop em BH e termina com viagem temática a Paris, onde os participantes visitam exposições, conferem vitrines e monumentos da Cidade Luz.


O próximo grupo embarca com Natalie no dia 12 de março. Formada em comunicação e marketing, com especialização pela Escola de Moda de Paris, Natalie Oliffson tem 15 anos de experiência no setor e hoje dirige a Bureau, empresa de comunicação. Neste ano, além do evento de moda, ela realizará pela primeira vez em maio o PhototripParis, de capacitação em fotografia, e o Decor Trip Paris, para o qual pretende levar um grupo para visita ao Salão de Decoração da capital francesa, em setembro.

Confira, a seguir, o bate-papo com Natalie sobre moda e cultura.

As brasileiras se vestem bem?
Elas gostam de se vestir bem.  Herdaram do português, do índio e dos africanos o gosto pelo aparato, pelo exibir-se. Mas a questão do gosto é muito relativo, o Brasil é muito grande.

E as mineiras?
São cuidadosas ao se vestir, com um toque de personalidade. As cariocas são mais despojadas e as paulistas, formais.

Você é a primeira mineira a realizar um programa de capacitação de moda...
Decidi apostar neste trabalho primeiro porque a minha experiência profissional no mercado como consultoria empresarial me mostra a necessidade gritante das pessoas e empresas terem informação e saberem interpretar a informação. A maioria dos empresários se tornou empresário sem nenhuma formação. Além disso, a minha descendência francesa e o fato de ter me especializado em moda em Paris sempre me deixou o desejo de fazer a ponte entre os dois países e trocar o savoir faire.

Como a indústria de moda brasileira está posicionada no cenário nacional? Ela consegue ser diferente, ter estilo próprio?
Acho que a moda brasileira ainda está tentando se posicionar. Somos um país muito grande e diverso e com um mercado interno idem. A grande massa não está interessada em conceito e elaboração. Ela quer o que está na novela da TV Globo. Quanto a ser diferente e ter estilo próprio, acho que alguns estilistas e marcas estão perseguindo este caminho, que não é para poucos.

Quais são os seus estilistas preferidos, brasileiros e internacionais?
Gosto pessoal é uma coisa e admiração profissional é outra. Pessoalmente gosto muito de Graça Ottoni, Mary Design, Jean Paul Gaultier.
Profissionalmente admiro muito Marithe et Francois Girbaud, Hermes, Chanel, Vuitton e no Brasil Osklen e Alexandre Herchcovitch.


Qual o conselho dá às mulheres para estarem bem vestidas?
Primeiro é preciso se conhecer e conhecer o que fica bem no seu corpo e que combina com o seu estilo de vida. A profissão que você tem, os lugares que frequenta. A roupa é um código também. Acho que você deve usar a moda a seu favor e não viver em favor dela.

Quais são as principais tendências para a próxima estação?
Algumas dicas são roupas estruturadas, acabamentos mais exuberantes, meio dramáticos, muita renda, saltos nas alturas, bolsas médias, referências masculinas, mas com contraponto a peças superfemininas, tricôs exuberantes. Vamos ver nas ruas muita referência à India.

 
 | Por: Arte: Paulo Werner
Arte: Paulo Werner

Paixões eternas

A crença de que a chama da paixão pode se apagar com pouco tempo de vida conjugal cai por terra com a divulgação neste mês de uma pesquisa norte-americana. Estudo realizado por cientistas da Universidade de Stony Brooks, em Nova Iorque, revela que alguns casais conseguem se manter apaixonados após décadas de união. Eles analisaram com ajuda de exames de tomografia a atividade cerebral de homens e mulheres que vivem juntos há mais de 20 anos. Os estudiosos constataram que 10% deles, ao verem fotos dos parceiros, tiveram as mesmas reações químicas que casais em início de romance. Pesquisas anteriores sugeriam que a paixão e o desejo sexual de um casal começam a diminuir por volta dos 15 meses de relacionamento e chegam a desaparecer após dez anos. Podem ser infinitos, como diz o poeta, mas apenas enquanto duram. 
 
 | Por:

Exemplo de solidariedade

O empresário Rubens Menin e acionistas da MRV Engenharia deram grande exemplo de solidariedade. Eles acabam de inaugurar os dois prédios que doaram à Associação de Promoção Humana Divina Providência, responsável pela Cidade dos Meninos São Vicente de Paulo, em Ribeirão das Neves. Menin diz que a empresa e seus acionistas podem e devem assumir papel mais amplo na sociedade. “Uma atuação responsável tem de estar na visão de nossos negócios com o objetivo de cumprir nossa função social e econômica”, define o empresário, que se diz feliz por contribuir para a redução das desigualdades sociais. “Esperamos que estes adolescentes tornem-se pessoas de bem, que aproveitem a educação de qualidade, a orientação moral e humana e os cursos profissionalizantes que lhes serão oferecidos.” Os prédios foram entregues mobiliados e com quatro computadores por apartamento. Os empresários se comprometeram ainda, por cinco anos, a manter as 200 crianças que viverão lá.
 
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Fezinha

Muita gente apostou, mas não levou. Quem faturou mesmo com as loterias foi a arrecadação da Caixa Econômica Federal, que bateu recorde em 2008. As apostas somaram 5,7 bilhões de reais. O valor representa crescimento de 10,5% em relação a 2007. Do total arrecadado, 2,72 bilhões foram destinados ao governo federal e a entidades não governamentais. Os prêmios somaram 1,76 bilhão de reais, sendo a mega-sena a responsável pela maior premiação, 714 milhões.
 
 | Por:

Oscar Tamborim

Como neste ano o domingo de Carnaval coincide com a cerimônia de entrega do Oscar, em Los Angeles, um dos eventos mais vistos no mundo pela televisão, muitos bares e casas noturnas belo-horizontinos já estão anunciando que vão abrir suas portas para quem quiser conferir a premiação dos melhores de Hollywood. Como o público cinéfilo não costuma ser lá muito chegado às festas momescas, é bem provável que o Oscar, em Belo Horizonte, cidade sem tradição carnavalesca, esquente mesmo os tamborins.
 
 | Por:

Quatro vezes Maysa

Depois do sucesso e das polêmicas em torno da minissérie Maysa, escrita por Manoel Carlos e dirigida pelo filho da cantora, Jayme Monjardim, a gravadora Som Livre prepara o relançamento de quatro discos da cantora, lançados entre 1959 e 1961, quando a intérprete foi considerada a rainha da fossa, embora já tivesse gravado sucessos da Bossa Nova. Os discos são uma raridade porque não foram lançados em CD até hoje e eram disputadíssimos em sebos de vinis.
 
 | Por: Fábio Rossi
Fábio Rossi

Túnel do Tempo

Sucesso nos anos 80 e 90, quando liderou as paradas musicais e era presença constante nos programas de auditório, com canções como Seu Nome, tema da novela A Gata comeu (1985), e  Sonho de Ícaro, o cantor e compositor Byafra leva hoje vida tranquila em Niterói (RJ). Aos 50 anos, estuda canto na Universidade Federal do Rio de Janeiro e Educação Artística na UNI-Rio.

“Comecei a cantar com 19 anos, quando estava na faculdade, mas com rápido sucesso e o nascimento das minhas filhas abandonei os estudos para me dedicar à carreira. Agora, decidi voltar”, diz o cantor, que mescla os estudos com os shows que realiza pelo país. Ao contrário do auge da carreira, quando era assediado pelas fãs, Byafra conta que hoje canta para um público mais comportado. “Meus fãs amadureceram, não têm mais essa coisa de rasgar a minha roupa”, compara. No site de relacionamento Orkut, o cantor de voz aguda e timbre especial  diz ter pelo menos 10 comunidades de fãs. Um deles, Ray, criou há seis anos um site para o cantor (www.byafra.com), onde diariamente fãs enviam mensagens para o ídolo.

 
 | Por: Gualter Naves/Light Press
Gualter Naves/Light Press

Como no Tibete

Os adeptos do budismo ganham novo local para culto e adoração em Minas. Foi instalada em Casa Branca, no distrito de Brumadinho, uma stupa, espaço sagrado onde os seguidores da filosofia tibetana podem fazer preces e pedir graças. Erguida no templo do budismo tibetano Dawa Drolma para reverenciar a memória do lama Chagdud Tulk Rinpoche, a stupa guarda flores e substâncias medicinais. Terras e águas sagradas de montanhas do Tibete, dos templos de Lhasa, região ao redor de Bodhgayam, onde Buda deu ensinamentos, e de Varanasi, na Índia, também foram colocadas no espaço.
- A stupa é aberta à visitação pública. Aos sábados e domingos, às 10 horas, acontecem práticas budistas.
- Fica no Condomínio Aldeia Cachoeira das Pedras – Casa Branca, distrito de Brumadinho.
 
 
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