Quinta, 24 de Abril de 2014
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Márcia Queirós

Opiniões ou sugestões sobre a coluna?
Mande e-mail para: marcia.queiros@vbcomunicacao.com.br
 | Por: Daniel de Cerqueira
Daniel de Cerqueira

Obama à mineira

Desde que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, iniciou campanha eleitoral para governar a maior potência econômica do planeta, a vida do vendedor e consultor de moda masculina Nilson Tadeu Ramos não é mais a mesma. Ele vem sendo abordado nas ruas e chegou a participar de programa de TV devido às semelhanças físicas com o primeiro presidente negro dos EUA. “Meus clientes agora procuram o Obama. Dizem que tenho também o jeito de falar e gesticular do presidente. Mas não me acho parecido, sou mais bonito”, brinca o vendedor da loja Klus. Filho de mãe descendente de europeus e de pai com origens africana e indígena, Nilson tem 48 anos, como Obama, que também é fruto da união de branco com negro. “Agora, só tenho que tomar cuidado com o Osama Bin Laden”, diverte-se o vendedor, referindo-se ao mais temido terrorista pelos cidadãos norte-americanos.
 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Hora da estrela

Luciana Martins Guimarães, 27 anos, vive dias de glória em Teófilo Otoni, município de 126 mil habitantes, no Vale do Mucuri. Ela é uma das vencedoras do concurso Estrelas do Boticário. Consultora de vendas da marca de cosméticos na cidade há dez anos, Luciana foi eleita para estampar o
material da campanha de incentivo 2009 entre os funcionários, que será distribuído nas 2.660 lojas do país. O concurso teve mais de 600 consultoras inscritas. Na etapa final, realizada no mês passado, em Curitiba, a mineira foi
a escolhida para representar Minas e outros estados por quesitos como beleza, simpatia e fotogenia. Após ganhar o título, foi recebida em Teófilo
Otoni com faixa e churrasco. “Dei até autógrafos”, conta a moça, que é casada e mãe de uma menina de cinco anos.
 
 | Por: Marco Pinto
Marco Pinto

Paixão pelo Galo

Ela mora em São Paulo, mas seu coração bate em Minas. A modelo Daniela Duf Bini, 28 anos, que nasceu em Belo Horizonte e há três anos vive na capital paulista, vai estrear em março, em rede nacional, programa de TV especializado em turismo e esportes radicais.  “A emissora não pode ser divulgada, porque estou em negociação, mas pretendo mostrar coisas de Minas, como cidades históricas”, adianta. Mesmo namorando um paulista e com carreira de sucesso em Sampa – no Carnaval deste ano, ela será destaque na Escola de Samba X9 Paulistana –, Daniela ainda se mantém presa às raízes. “Sou atleticana doente. Em São Paulo, faço parte de um grupo de mineiros que se reúne nos bares em dias de jogo. Morro de saudade do Mineirão e do feijão tropeiro”, confessa.
 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Feriados X lucros

O ano de 2009 está pródigo em folgas. Dos 11 feriados nacionais que estão por vir, dez caem em dias úteis. Sem contar os municipais – em Belo Horizonte são dois. Para estudantes e empregados, é sinônimo de festa, já para os patrões, prejuízo. Presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Roberto Alfeu diz que um dia com lojas fechadas na capital significa perda de 45 milhões de reais em vendas. “Os feriados que caem nas segundas, quintas e sextas são os piores. Além de um dia parado, as datas que são emendadas registram queda de 20% a 40% em vendas. As pessoas saem para o interior ou fora do Estado, deixando lá o dinheiro que era para ficar no nosso comércio. E ainda voltam com inadimplência”, diz Alfeu, lembrando ser a favor da livre abertura do comércio, respeitando as leis trabalhistas. “Mas até hoje, ao contrário de outros municípios, não conseguimos negociação com o sindicato dos trabalhadores no comércio”, lamenta.

De pernas pro ar

  • 24 de fevereiro:  Carnaval – terça-feira
  • 10 de abril: Paixão de Cristo – sexta-feira 
  • 21 de abril: Tiradentes – terça-feira
  • 1º de Maio: Dia do Trabalho – sexta-feira
  • 11 de junho: Corpus Christi – quinta-feira 
  • 15 de agosto: Nossa Senhora da Boa Viagem – sábado (municipal)
  • 7 de setembro: Independência do Brasil – segunda-feira
  • 12 de outubro: Dia de Nossa Senhora Aparecida – segunda-feira 
  • 2 de novembro: Finados – segunda-feira
  • 15 de novembro: Proclamação da República – domingo 
  • 8 de dezembro: Dia de Nossa Senhora da Conceição – terça-feira (municipal) 
  • 25 de dezembro: Natal – sexta-feira
 
 | Por: Xando Pereira
Xando Pereira

Bate-papo: Garotas em Londres

O trabalho do ilustrador mineiro Alceu Penna (1915-1980), que marcou a história da moda com a coluna As Garotas do Alceu, publicada na extinta revista O Cruzeiro, será mostrado em Lon­dres no dia 2 de abril. Quem irá falar sobre o artista, que nasceu em Curvelo (MG) e conquistou o país com a genialidade de seus desenhos, é a sobrinha-ne­ta Gabriela Ordones Penna. Aos 27 anos, mestre em moda, cultura e arte, ela foi escolhida entre milhares de concorrentes do mundo para fazer apresentação na 11ª Conferência anual da In­terna­tional Foun­dation of Fashion Technology Ins­titu­tes.

Por que se interessou em estudar Alceu Penna?
O trabalho dele permeia a minha vida desde pequena. Nos almoços de domingo, meu avô paterno, Josaphat Penna, mostrava os desenhos de Alceu e me desafiava a tentar fazer igual. Imagina só, se eu conseguia. No final da faculdade, comecei a me envolver com a moda e o reencontro com a obra dele foi inevitável. No mestrado tive a chance de estudá-lo mais. Não entendia como um profissional que realizou tanto –  foi ilustrador, figurinista, crítico de moda, designer, trabalhou com publicidade etc... –  poderia ser pouquíssimo lembrado.

Com estudos, conseguiu resgatar a memória dele?
Da perseguição de estudá-lo mais, surgiram oportunidades que contribuíram para o resgate da sua memória como a exposição O Brasil na ponta do Lápis: Alceu Penna, modas e figurinos no Senac-SP, que contou com texto de abertura de Ruy Castro. Realizei a pesquisa histórica, juntamente com a curadora professora Maria Cláudia Bonadio, importante aliada para manter a memória dele viva.

Como vê a importância da obra de Alceu? 
A sua obra é, na minha opinião, vasta e multifacetada e esconde muitas histórias brasileiras e muito da nossa moda. Hoje me dedico ao estudo da sua obra e creio que vou ter assunto para uns mil anos.

Qual a sensação de mostrar seu trabalho em Londres?  
Uma emoção grande. A satisfação de ver o seu trabalho ultrapassando fronteiras e ganhando novos olhares é gratificante. As Garotas vão para Londres e estou muito orgulhosa de estar lá para falar sobre a minha pesquisa e o trabalho do meu tio-avô.
  
Fale-me sobre o trabalho que irá apresentar... 
O meu artigo intitula-se The carioca beach and the column The Girls of Alceu: identities in formation (1938-1964). Nele eu discuto a relação entre as praias cariocas e a coluna Garotas, analisando como a pele bronzeada começa a delinear uma identidade relacionada aos habitantes do Rio de Janeiro. Esse assunto é muito importante para entender a coluna. A revista O Cruzeiro circulava no Brasil inteiro, mas a inspiração de Alceu Penna veio do Rio. As suas ilustrações encarnavam todo o estilo de vida dessa cidade, frequentando cartões-postais como a Confeitaria Colombo, o Teatro Municipal e as principais praias como Copacabana e Ipanema.

 
 | Por: Jomar Bragança
Jomar Bragança

Para marcar história

Os fotógrafos Marcelo Rosa, Jomar Bragança e Paulo Correia (foto) lançam no dia 7 de março, com sessão de autógrafos em Alphaville, em Nova Lima, o livro Automóveis Clássicos em Minas Gerais. Com tiragem de 2 mil exemplares, a luxuosa publicação, da Rona Editora, reúne fotos de 22 carros antigos de colecionadores belo-horizontinos. Durante seis meses, os profissionais clicaram raridades como o caminhão da Fiat, de 1912, e a charmosa Ferrari 246 GT, vermelha, de 1973. “É o primeiro livro com essa característica em Minas, reunindo fotos de automóveis antigos. Existem outros de cunho histórico e jornalístico, mas não com formato de ensaio”, diz Jomar. Ao lado de Marcelo Rosa e Paulo Correia, ele pretende, com a obra, colaborar para preservação da memória do acervo de carros antigos de Minas, um dos melhores do país.

 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Pequenos VIPs

Pais que viajam com crianças procuram sempre diversão para os rebentos, enquanto descansam. Pensando nisso, os hotéis investem em novidades. No coração de Paris, o Hôtel de Crillon reserva mimos inesquecíveis para pequenos hóspedes. Crianças acima de três anos que se hospedam lá, agora, são recepcionadas no quarto por um “amiguinho”: o Elefante Crillon. O brinquedo é inspirado no emblemático elefante de cristal Baccarat criado em 1878,  em exposição no Jardim de Inverno do hotel desde 1990. Guloseimas não faltam, como os cupcakes preparados pelo chef patissiêr do hotel, Jérome Chaucesse, especialmente para os pequenos. As atrações vão de livros para colorir a caça ao tesouro. E mais: tem até roupões e chinelos feitos só para eles.

 
 | Por: Daniel Lima Prado
Daniel Lima Prado

Prazer em servir

Dona do Alguidares, restaurante especializado em culinária baiana, em Belo Horizonte, a empresária Deusa Prado está de malas prontas. Não para buscar mais dos seus deliciosos temperos na terra de Jorge Amado, mas para pesquisar novidades no atendimento de bares e restaurantes em duas cidades conhecidas internacionalmente pelo requinte gastronômico. Dia 22 de fevereiro, ela embarca para Buenos Aires, na Argentina, e em maio segue para Paris. Lá, estará de olho em tudo: atendimento diferenciado, maneira de servir, promoções, entre outros atrativos, para implantar na casa belo-horizontina, que completa 13 anos de sucesso.

 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Defesa ambiental

A sistematização da legislação ambiental brasileira, composta por normas isoladas, é uma das bandeiras do advogado Frederico Gervársio Aburachid. “A Constituição determina que União, estados, municípios estabeleçam as leis ambientais, que acabam conflitantes. Não existe ainda um Código nacional. É preciso uma Lei Complementar que regulamente a distribuição de competência”, diz o advogado, que vem se destacando no cenário mineiro. Aos 27 anos, ele é membro dos conselhos ambientais da Fiemg, Associação Comercial e Prefeitura de BH, além de prestar assessoria jurídica para setores produtivos, como mineração e hotelaria. Apesar de a legislação exigir reparos, ele assegura que o Brasil, sobretudo Minas, avançou no debate. “ As discussões são calorosas entre ONGs, setores público e privado. Todos sentam à mesa em busca do desenvolvimento sustentável”, considera.
 
 | Por: Divulgação
Divulgação

Túnel do Tempo: Preferida do Poeta

Uma das atrações noturnas em janeiro no balneário de  Punta del Leste, no Uruguai, era o show da cantora brasileira Maria Creuza. Quem se lembra dela? Grande parte dos jovens do Brasil, onde a memória musical é pouco cultuada, certamente nunca ouviu falar. Considerada a intérprete preferida do poeta e compositor Vinicius de Moraes, ela cultiva público renovado no Uruguai e  Argentina, onde fez as primeiras turnês. “Lá, os filhos dos meus primeiros fãs vão aos meus shows”, diz a cantora, que prepara um livro contando sua trajetória musical. Nascida na Bahia, onde começou a carreira, Maria Creuza foi descoberta por Vinicius em 1969 ao cantar no festival universitário da extinta TV Tupi. “Ele (Vinicius) me ligou dizendo que há vários meses procurava uma cantora para turnê na Argentina e Uruguai. Foi o grande encontro que mudou minha vida”, lembra. Com repertório de Bossa Nova e MPB, ela fez vários shows nos dois países nos anos 70. Na mesma época, acompanhou ainda o padrinho Vinicius em grande turnê pela Europa. Naquele tempo, era casada com o músico Antônio Carlos (da dupla Antônio Carlos e Jocafi) .“Foi uma época maravilhosa com todas as ilusões da juventude. Tive vivência linda com Vinicius. Certa vez ele ficou hospedado na minha casa. Eu morava em um apartamento antigo, enorme, em Copacabana. Vinicius ficava na banheira e eu, sentada no bidê conversando. Pedíamos bebida em um armazém, que nem sei se foram pagas”, relembra a cantora, que guarda boas histórias do poetinha. Mãe de três filhos, Maria Creuza hoje vive no Rio, onde de quinta a domingo faz show no bar e restaurante Vinicius, em Ipanema. Isso quando não participa de  turnês pelo mundo afora. Casada com um maestro argentino, ela diz que não foi à toa que o destino a colocou para fazer turnês no início da carreira no país vizinho. “Minha sorte, na certa, estava lá”, diz com gostosa gargalhada.
 
 | Por: Fernando Piancastelli
Fernando Piancastelli

Heróis na Pista

Recentemente, um piloto se transformou em protagonista de ato extraordinário ao fazer pouso de emergência no Rio Hudson, em Nova Iorque, desviando a aeronave de um bando de pássaros. No Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, um grupo de profissionais realiza trabalho também heróico para evitar acidentes com aves na pista. Desde março de 2008, biólogos percorrem o local para espantar e capturar aves capazes de causar acidentes nos aviões, como incêndio nas turbinas. “Usamos cães e fogos de artifício para espantar pássaros e até aves de rapina, predadores naturais, na captura”, diz o consultor ambiental Gustavo Diniz Mendes, da empresa Biocev, que presta serviços para Infraero no aeroporto. Segundo ele, a metodologia de captura, que já reduziu em 27% o número de colisão de aves com aeronaves no Pampulha, é inédito no país.
 
 
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