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Foto: Divulgação |
Ela no baião
A cantora mineira Elisa Paraíso se rende ao ritmo do baião, com o lançamento do seu segundo CD, que faz homenagem ao pernambucano Luiz Gonzaga. “Sempre gostei de Luiz Gonzaga, que ouvia muito na infância. No meu primeiro disco pensei em gravar músicas dele, mas queria tantas que guardei tudo para um CD especial”, diz a moça, que começou a cantar aos 13 anos no curso da Fundação Artística, em Belo Horizonte. A vida profissional teve início em 1998, quando participou da primeira montagem do musical Mulheres de Hollanda, de Pedro Paulo Cava. Aos 30 anos, Elisa deslancha na carreira. Neste mês, é uma das participantes do programa Som Brasil, exibido pela Rede Globo, que homenageia o mineiro João Bosco. Vai interpretar as canções Bala com Bala, Bijuteria e Caça à Raposa do Conterrâneo.
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Daniel de Cerqueira |
Ele no samba
Depois do sucesso no lançamento de seu primeiro CD O que Você Tem a Dizer?, em dezembro do ano passado, Rodrigo Aquino segue carreira musical das mais promissoras. No último dia 23 de maio, o músico arrancou aplausos na primeira apresentação no Vinnil Cultura Bar, considerada a melhor casa de música ao vivo de Belo Horizonte. Aos 26 anos, Rodrigo apresentou repertório de canções autorais e sambas de consagrados compositores, entre eles Ataulfo Alves, sem contar algumas incursões de samba-rock. Em abril, ele também foi tema de especial na Rede Minas, que tornou seu trabalho ainda mais conhecido em todo o estado. A agenda de shows segue lotada até o final do ano.
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Grupo Seleto
Diretor presidente da Master Turismo, o empresário Fernando Meira Dias comemora a entrada da operadora e agência de turismo na TMC Brasil – Associação das Empresas Administradoras de Viagens de Negócios do Brasil. A entidade reúne seleto grupo de empresas de turismo do país. A Master é a única corporação mineira a integrar a associação, formada por mais seis agências de peso: a BTI, Avipan, BBTur, Carlson Wagonlit Travel, Kontik e Maringá Turismo. Juntas, elas somaram faturamento de 3 bilhões de reais em 2008. “Entrar na TMC nos posiciona entre as empresas mais fortes do país no ramo de viagens a negócios, vai trazer maior troca de conhecimentos e melhorar a qualidade dos serviços oferecidos em viagens no mercado corporativo. Uma união que traz vantagens para os clientes da Master”, diz o empresário luso-brasileiro.
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Pedro Vilela |
Baú de Emoções
Que tal encantar seu amado ou amada com boas lembranças no Dia dos Namorados? A jornalista Paula Rangel divide seu tempo entre o trabalho na imprensa e a confecção de nostálgicas caixas, que ganharam o nome de tesouro do tempo. O mimo é ideal para dar ao namorado (a), marcar a chegada do bebê na família ou homenagear um amigo. Nas caixas, Paula reúne informações, lembranças e histórias da pessoa presenteada. “No baú, vão cartas de familiares, amigos, fotos, exames médicos, o jornal do dia, a capa da revista de notícia da semana, músicas da época e o que mais o cliente quiser”, enumera. A ideia de criar o tesouro surgiu em 2005, por acaso, em conversa da jornalista com um amigo e, desde a confecção do primeiro, não pararam de chegar pedidos. “O tesouro do bebê é o mais fácil, agora resgatar uma história é mais difícil. Fiz tesouro para um gaúcho de 60 anos de Juí e consegui o jornal da cidade do dia que ele nasceu. Foi o melhor que fiz”, conta Paula, que recebe encomendas para festas de 15 anos, aniversários, bodas, celebrações, homenagens, casamentos e Dia dos Namorados. Neste último, ela reúne objetos que remetem à história do relacionamento ou à trajetória de vida do amado(a). “O melhor do presente é que ele é vivo. E você vai completando com lembranças ao longo da vida” diz.
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Milton Montenegro |
Bate-papo - Só as mães são felizes
BATE-PAPO - Com Maria Mariana
Só as mães são felizes
Escritora, atriz, roteirista e diretora, Maria Mariana tornou-se famosa na década de 90 com a peça Confissões de Adolescente, escrita aos 18 anos, com base em seus diários. O trabalho permaneceu dez anos em cartaz. Maria Mariana se casou com um médico, foi viver no interior do Rio de Janeiro e hoje é mãe de quatro crianças. Deixou os palcos, mas não a escrita e, agora, brinda os leitores com a obra Confissões de Mãe (editora Agir Equilíbrio). Filha do ator, dramaturgo e cineasta Domingos de Oliveira, cuja geração defendeu o amor livre e a entrada da mulher no mercado de trabalho, ela falou à coluna sobre as resistências que enfrentou ao seguir caminho oposto ao defendido pelo pai.
Você enfrentou críticas ao deixar os palcos para ser esposa e mãe de quatro crianças? Sim, toda mulher que faz esta opção hoje em dia enfrenta esta resistência. É um comportamento inesperado. Mas no meu caso, ninguém conseguia criticar, pois me viam tão feliz! Meu sorriso explicava tudo. Como é ser mãe de quatro crianças? Uma correria só. Trabalhando então, exige muita organização e eu ainda preciso melhorar neste aspecto. Mas ao mesmo tempo é muita alegria. Só este ano que os quatro estão na escola (pela manhã). Nossa, a casa fica tão vazia, tão estranha. Me acostumei a estar no movimento com eles. Gosto muito de ser mãe.
A realização feminina é obtida somente com a maternidade? Não. No livro, examino em relação à evolução espiritual o que a maternidade proporciona. Mas realização é diferente. As pessoas se realizam de muitas formas. A minha foi com a maternidade, sem dúvida.
Você pretende retomar a carreira de atriz? Estou aberta a fazer trabalhos como atriz. Mas não pretendo retomar a carreira. Quero me desenvolver na carreira de escritora.
Você optou pelo parto normal e pelo natural. Sentir esse momento é importante? No livro falo extensamente sobre os partos. Acho que a vivência do trabalho de parto prepara a mulher para ser mãe. Mas, claro, não faz dela uma mãe melhor que as outras. Essa caminhada de melhora só começa depois que o filho nasce, e sempre se apresentam muitas provas. Acho apenas que a mulher, que pariu, estará melhor preparada para vencer.
Quando você sentiu que era mãe? Quando olhei os olhinhos azuis da minha Clara Maria, a primeira que chegou.
Existem pessoas que passam a vida à sua procura. Você se encontrou? Encontrei o caminho, com a maternidade. Mas isso não quer dizer que a caminhada seja fácil. É de luta. Mas a graça é essa, não é?
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Pedro Vilela |
Férias Solidárias
Os norte-americanos Betty e Roger Brown escolheram o Brasil para curtir as férias neste ano. Mas, em vez de dedicar todo o tempo desfrutando dos encantos de pontos turísticos, como faz a maioria dos visitantes, os dois passaram três semanas dando aulas de inglês a alunos de escolas rurais da região da serra do Brigadeiro, que ainda mantém faixas da mata atlântica. “Mais importante que plantar e ensinar, eu pude mostrar que os americanos são pessoas divertidas e amigáveis. E que nós podemos amar os outros mesmo que falemos línguas diferentes”, diz Betty Brown, que se hospedou na fazenda Iracambi, nesta terceira passagem pelo país. O trabalho faz parte de projeto apoiado pela ONG Companheiro das Américas, fundada em 1962 pelo ex-presidente dos Estados Unidos John Kennedy, para integrar os povos da América. Em Minas a ONG é presidida por Luzia Lisita. O trabalho funciona em parcerias. Cada estado norte-americano é parceiro de um país ou estado da América Latina. Minas é parceira do Colorado e, recentemente, enviou dois técnicos da Epamig para verificar a possibilidade de pesquisa conjunta em áreas da agropecuária.
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Daniel de Cerqueira |
Dois pra lá, dois pra cá
Única orquestra de baile de Belo Horizonte, a Anos Dourados Music Show completa 22 anos. A data será marcada com lançamento de DVD, em fase de produção e captação de patrocinadores. Também em comemoração ao aniversário, o grupo colocou no ar o site www.anosdouradosmusicshow.com.br, onde os internautas podem assistir a trechos de apresentações dos músicos, que abrilhantam os principais eventos sociais do estado. “Mudamos o nome de orquestra Anos Dourados para Anos Dourados Music Show. Estamos sempre atentos em renovar, acrescentando novas músicas ao repertório, sem deixar de lado o glamour dos sucessos antigos. É um relicário de tradição e modernidade”, diz Rosângela Lamounier. Junto ao marido Enio Bretas e a prima Inês Moura, ela leva adiante o legado dos fundadores. “O grupo nasceu do sonho do meu pai, Vicente de Moura, um funcionário público apaixonado pela música. Depois da aposentadoria, ele se uniu ao primo José Dário de Moura e criou a Anos Dourados”, diz Rosângela, que desde 1994, após a morte do pai, não deixa a orquestra parar.
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Luiz Ribeiro |
Túnel do Tempo
Os músicos Jane & Herondy, dupla romântica dos anos 70 e 80, não são mais casados, mas a união musical se mantém inabalável nos palcos. Intérpretes das inesquecíveis Não se Vá e Por Muitas Razões Eu Te Quero, os dois cumprem agenda repleta de shows pelo país, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste. No entanto, o grande espaço na mídia de quando cantavam em programas de auditório com picos de audiência jamais reconquistaram. “Em 1985, devido a um acidente de carro, fizemos uma parada forçada para recuperação. Deixamos de lançar discos e, quando voltamos, a música já era outra. Em vez de duplas homem e mulher, o sucesso eram homem e homem”, diz Jane em referência à explosão dos duos sertanejos nas paradas de sucessos do país na década de 80. Apesar da perda do espaço na grande mídia, os dois investem na perfomance no palco. Aos 66 anos, a cantora se mantém em forma, com os cabelos longos e mais loiros do que nunca. Herondy, 64, abriu mão do marcante cavanhaque. A dupla, segundo ela, foi inspirada no duo italiano Wess e Dori Ghezzi. “Logo estouramos nas paradas”, conta. Mas antes de conhecer o parceiro, Jane diz que cantava bossa nova com o Trio Morais, formado pelos seus irmãos. Hoje, além de cantar com o ex-marido, ela retornou à bossa e ao jazz. “Faço apresentações sozinha em casas noturnas de São Paulo e interior”, conta. Em um dos shows, ela faz homenagem a Chico Buarque, segundo ela, quem a lançou na carreira artística. Há cinco anos, Jane & Herondy desfizeram a união conjugal de mais de três décadas, que teve como fruto uma filha. “Mas continuamos amigos. O Herondy está aqui, quer falar com ele?”, diz Jane ao telefone de sua casa em São Paulo. Provando que ele não se foi.
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Daniel de Cerqueira |
Nova fase
Os advogados Marcelo Soares e Deophanes Araújo Soares Filho comemoram o sucesso da banca de advogados do escritório que atua nas áreas cível, trabalhista e previdenciária. No último mês, Marcelo Soares promoveu concorrido coquetel no Graciliano para festejar os seis anos de atuação em Belo Horizonte. Na ocasião, foi apresentado o novo sócio, Bruno Afonso Cruz, além do projeto de expansão do escritório com a nova identidade visual. O escritório muda a denominação de Marcelo Soares para Araújo Soares & Cruz Advogados Associados. A sede na Savassi foi ampliada e a equipe ganhou novos funcionários e advogados.
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Pedro Vilela |
Volta às origens
Criadora da receita do famoso pão de queijo Forno de Minas, Maria Dalva Couto Mendonça coloca a mão na massa para resgatar o sabor original da iguaria. A marca lançada em 1990 foi vendida há dez anos pela Laticínios Condessa para a General Mills Brasil, que em abril deste ano encerrou a produção em Contagem. Tristes com o fechamento da indústria, a Condessa, presidida por Helder Mendonça (foto), filho de Maria Dalva, decidiu readquirir a empresa. “Reunimos a família e consideramos viável adquirir novamente a Forno de Minas. Por razões estratégicas a receita acabou sendo modificada. Minhas mãe está fazendo ajustes para voltarmos ao sabor original”, diz Helder Mendonça. A reaquisição da empresa envolveu negócio no valor de 55 milhões de reais, somando a aquisição da marca, instalações industriais e investimentos. A linha de produtos incluirá o pão de queijo, pão de batata recheado, produtos folhados, minitortas salgadas, massas frescas e recheadas. A produção prevista para 2009 é de 17 mil de toneladas em pão de queijo e massas. O faturamento estimado para este ano é de cerca de 110 milhões de reais. Além do mercado interno, a Forno de Minas exporta para Estados Unidos, União Européia e Israel.
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Ronaldo Guimarães |
Nova Marca
Para fortalecer o foco no segmento imobiliário, a Construtora Norberto Odebrecht criou em 2004 a Odebrecht Empreendimentos Imobiliários que, a partir de agora, passa a ser Odebrecht Realizações Imobiliárias. A nova marca foi elaborada a partir de consultas entre clientes e integrantes da empresa, presente em todo o Brasil, com escritórios em Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas e Brasília. A ideia é transmitir conceitos de qualidade, modernidade e diferenciação que caracterizam os empreendimentos da Organização Odebrecht. “O resultado é uma marca com personalidade própria, próxima das necessidades dos clientes e com a força da marca Odebrecht”, diz Cláudio Zafiro, diretor de Incorporação do Vale dos Cristais. O empreendimento marcou a estreia da Odebrecht no mercado imobiliário mineiro, em 2004, e se tornou referência de ocupação urbana autossustentável.
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